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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Pequena história (18)


Nascido a 11 de Fevereiro de 1920, o rei Faruk, após 16 anos de reinado, foi destronado por um golpe de estado, em 1952, encabeçado pelo coronel Nasser. Foi o último rei do Egipto e veio a morrer, em Roma, no ano de 1965.
É-lhe atribuído um dito que, se não abona os seus dons divinatórios, pelo menos, espelha o seu sentido de humor. Conta-se que, já no exílio, terá dito, em conversa, que, dentro de poucos anos, só haveria 5 reis, no mundo. E, quando lhe perguntaram quais, terá começado a enumerá-los: "O rei de copas, o de espadas, o rei de ouros, o de paus e a rainha de Inglaterra!"

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

A Esfinge da conveniência


Antes de mais, esclareço: não tenho qualquer simpatia pelo Sr. Hosni Mubarak. Se há algum político egípcio que recordo, do séc. XX, é Nasser. Também não sou um generalista cego de paixão pela cultura norte-americana, normalmente muito saloia e rural. Pelo contrário: petisco, meticulosamente, aquilo de que gosto, e admiro. Feita a separação das águas, aqui vai o discurso.

1. Fiquei algo surpreendido por saber, pelos jornais e alguns porta-vozes de governos ocidentais, que o governo egípcio de Mubarak, afinal, era uma ditadura pura e dura. Mas, ao que parece, os jornalistas universais só em finais de Janeiro de 2011 se deram conta disso (ora bolas!). Mas eu tenho, por atenuante, o facto de nunca ter ido ao Egipto. Pensava eu que o país dos faraós, ultimamente, era mais uma democracia "musculada". Estes jornalistas são mesmo uns grandes cómicos "piticegos"...
2. Nos últimos 15 dias concluí que a política externa norte-americana continua a ser a mesma, sem princípios ( a não ser os interesses próprios da "vidinha" americana) éticos, sem norte que não seja o pragmatismo económico-financeiro: jogam sempre em 2 cavalos - financiavam Mubarak e financiavam a oposição a Mubarak (já a Administração Kennedy ajudava Salazar e auxiliava, financeiramente, a oposição a Salazar, nos anos 60, sobretudo, nas ex-colónias). Portanto, mais do mesmo. Verniz camuflando a hipocrisia norte-americana. Concluo: Obama= flop/fake (e esta é para o Google, de Mountain View, não ter que traduzir mal, e grosseiramente).

domingo, 30 de janeiro de 2011

Umm Kulthum

Por razões conhecidas, o Egipto está na ordem do dia. Oxalá (que vem do árabe, e quer dizer queira deus) que para bem, no futuro. Egipto lembra-me Nasser, mas também Umm Kulthum, no que diz respeito ao séc. XX. A cantora (contralto) Umm Kulthum (1898-1975) foi para o Egipto, o que Amália foi e é para Portugal. Ainda hoje a cantora, nascida no Egipto, é considerada uma das maiores cantoras do mundo árabe. Quando morreu, a 3 de Fevereiro de 1975, fizeram-lhe funerais nacionais que foram acompanhados por milhares de populares.