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quinta-feira, 23 de maio de 2019

Cá como lá, ontem como hoje


" Dificilmente encontraremos cinco críticos literários na América, e alguns deles estão a dormir."

Herman Melville (1819-1891), em recensão crítica a Mosses from an Old Manse, de N. Hawthorne.

sexta-feira, 18 de março de 2016

A letra escarlate


Pois foi, até me lembrei do norte-americano Nathaniel Hawthorne (1804-1864) e do seu romance The Scarlet Letter, publicado em 1850. Mas entretanto, que diabo!, já se passaram mais de 150 anos, muito embora, durante o nazismo, os judeus também fossem obrigados a usar um sinal ou ferrete muito semelhante. Os denunciantes ou informadores é que tiveram sempre protecção superior.
Mas este rapaz, que dá pelo nome castigado de Paulo Pena, jornalista do Público, escreveu assim, hoje, no jornal: "...As casulas foram desenhadas pelo arquitecto português, comunista, Álvaro Siza Vieira. ..." Como é que o rapazote sabe a filiação do nosso prémio Pritzker? Eu não sei. E, por outro lado, e pelo razoado, este jovem parece ter pouco mundo, dentro da sua iluminada cabecita. Será que é clérigo? Terá andado no Seminário? Porque a notícia me parece extremamente paroquial...