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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

Mercearias Finas 207

 


As nozes chegaram cá a casa, ainda neste passado Janeiro: estão caras, mas são boas.
Das nogueiras lembro-me das duas de Merkenich, plantadas por um antepassado de HMJ, e que eram para, crescendo, vir a ser fabricada a nova mobília doméstica, com madeira fina e nobre. Perdeu-se no entanto a intenção pelo caminho, mas os frutos secos foram sendo produzidos todos os anos para prazer da família. Também me recordo das nogueiras vimaranenses da Inha e do seu quintal campesino. Bem como dos boníssimos bolos de nozes que ela fazia, para nos deliciar, ao lanche.
As recentes e sobrantes estão agora na cozinha à guarda do metálico cão quebra-nozes que, há mais de 60 anos, cumpre bem o seu serviço mandibular.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Imaginário


Eu sempre vi este quebra-nozes, como um leão metálico e quase cubista... Desde infância que o imaginava assim, já com mais de 60 anos na minha memória, na sua pragmática de adereços úteis, na sala de jantar vimaranense. Creio que a minha Mãe o terá comprado numa das suas idas ao Porto.
Ora, a HMJ atribuiu-lhe, e bem, a personificação de um cão, e eu tive de retocar  a ideia que tinha, enraizadíssima nos anos que passaram. Em prol da verdade.
Pois, ontem, comemos as primeiras nozes. Como já me estreei, duas ou três vezes nos diospiros*, que estão óptimos. Faltam as castanhas e as romãs para completar o périplo dos frutos de Outono, cá por casa. Mas ainda vamos a tempo...

* não é gralha, continuo a grafar diospiro, por teimosia e como aprendi.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Adagiário CLXXIX


Páscoa molhada não dá boas nozes.