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domingo, 2 de março de 2014

Da leitura dos jornais, 3 reflexões breves e ligeiras


1
Para manter o equilíbrio e alguma sanidade mental é, por vezes, necessário encarar o ruído à volta como uma espécie de ficção. Mas também devemos evitar gastar o tempo, obsessiva e excessivamente, a nomear (atacando de forma platónica e sem consequências práticas), publicitariamente (a mainstream de emails e blogues é um bom [mau] exemplo desta inutilidade), quem nos (des)governa. Ou vamos para a guerra ou, então, não vale a pena ensaiarmos manobras ingénuas e pueris.
2
A chamada guerra fria seria, sem dúvida, uma paz podre mas, pelo menos, sabíamos quem apascentava quem. E o poder bicéfalo (USA/URSS), dominado naturalmente por conservadores, sabia conter, nos limites da objectividade pragmática, as veleidades aguerridas e os recalcitrantes com excessivo sangue na guelra. Os apetites sobre a Ucrânia, da UE (federação desencontrada que nem sequer tem um exército capaz e conjunto), revelam este desnorte sobre um barril de pólvora.
3
Fixo o meu olhar sobre esta imagem nova-rica, bela e estética, da nouvelle cuisine, que vem no suplemento do jornal, e fico encantado: que bonito! Mas, logo de imediato, concluo objectivamente que, se fosse este o meu almoço de domingo, a meio da tarde, estaria cheio de fraqueza... (Que bruto!)