Os Pêerres, todos eles, é suposto dizerem qualquer coisa, mesmo que circunstancial, quando um grande incêndio nacional lhes bate à porta. Não fugiu à regra o PR brasileiro, com gel, e cagança hipócrita, ao pronunciar-se sobre a tragédia que, lambeu pelas chamas, uma considerável parte do Património do nosso País Irmão, no Rio de Janeiro.
Em tom menor, e medíocre como é habitual, dei hoje pelo Eusebiozinho (vide Os Maias) nacional, que escreve, com barba por fazer, no jornal Público, às terças, quintas e sábados, a desafiar o nosso mais ocupado e frenético diplomata, sobre o tema candente (?) da recondução ou não, da nossa inefável PGR, joaninha. A ver se o embaixador lhe resiste... Ao bochechudo.*
O processo é corriqueiro e muito conhecido. Desinquietar os famosos, para ganhar espaço e visibilidade. Até o nosso eterno e putativo Nobel adiado o usou, nas suas primícias juvenis. Ao desinquietar Vergílio Ferreira. Que não lhe ligou peva, acertadamente.
(Abstenho-me, naturalmente, de citar os nomes dos peões de brega...)
* Em tempo (7/9/2018): o Embaixador não resistiu...
O processo é corriqueiro e muito conhecido. Desinquietar os famosos, para ganhar espaço e visibilidade. Até o nosso eterno e putativo Nobel adiado o usou, nas suas primícias juvenis. Ao desinquietar Vergílio Ferreira. Que não lhe ligou peva, acertadamente.
(Abstenho-me, naturalmente, de citar os nomes dos peões de brega...)
* Em tempo (7/9/2018): o Embaixador não resistiu...