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quinta-feira, 25 de junho de 2015

Muros, ou a constatação dos factos


Eles existem por todo o lado: entre os Estados Unidos e o México, entre Israel e o Estado Palestiniano...
Mas se falarmos da Europa, havia o Muro de Berlim, que foi derribado, e vai haver, também, em breve, um novo muro entre a Hungria e a Sérvia, construido pelos húngaros, porque acham que a UE fala, fala, mas não faz nada de útil...
Uma única diferença (de direcção): se o de Berlim era para não deixar sair cidadãos do Leste para o Ocidente, o muro da Hungria é para não deixar entrar os refugiados do Leste e do Sul.
Os extremos sempre se tocaram... 

sábado, 8 de novembro de 2014

Filatelia XCVI


Não tendo eu, como é politicamente correcto ter-se, uma visão idílica da queda do Muro de Berlim, antecipada pelo desmantelamento da URSS e abertura de fronteiras a Leste, não quero deixar de sublinhar, mesmo que filatélicamente, a passagem dos 25 anos sobre a data (9/11/1989), através da emissão do selo comemorativo alemão dos 5 anos da ocorrência do facto. Que foi o ponto de partida para a supremacia totalitária, embora subtil, da renovada Alemanha, sobre a Europa. E de uma nova Rússia, talvez ainda mais cleptocrática e mafiosa, na sua oligarquia. Para não falar da Hungria, neo-fascista...
Chega?

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

13 de Agosto de 1961



Há precisamente 51 anos começou a construção do Muro de Berlim, numa altura em que eu ainda não tinha consciência política. Os professores ensinaram-me, numa primeira fase, a configuração geográfica da Alemanha, preenchendo-a com os factos históricos do passado e do presente.
Da História recente, nomeadamente, da 2ª metade do século XX, ilustravam a sua exposição com documentários sobre a 2ª Guerra Mundial e o pós-Guerra. Ainda bem. Embora já não consiga ver filmes sobre a guerra, porque "enchi a alma de horrores" numa dada altura, aprendi a lição principal para o resto da vida. Ainda hoje, é-me difícil substituir os valores da liberdade e da paz por outros confortos intelectuais, porque sem aqueles não se consegue desfrutar nenhum destes últimos.
Na profusão de imagens que se fixaram na memória, lembro-me, também, de um comentário sobre a construção do Muro de Berlim, diferente do que consta em epígrafe. E na altura, a imagem que mais me impressionou continua presente. Com o Muro a subir no meio, famílias de um lado e de outro a acenar. Fez-me lembrar o Reno, rio que me separava de meu avô de quem tanto gostava. Imaginava como seria, se não o pudesse voltar a visitar, independentemente das forças - boas ou más/naturais ou outras - que mo impedissem.

Post de HMJ