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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Contra a corrente



Lamento a deficiente qualidade visual e a falta de nitidez das imagens do vídeo...

domingo, 4 de novembro de 2018

Revivalismo Ligeiro CCXXXVII


Para lembrar o tempo em que os ventos sopravam da esquerda...

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

sexta-feira, 29 de maio de 2015

domingo, 12 de abril de 2015

Mistérios


Nunca consegui ver (ou ler) explicado esse estranho contágio simpático que, às vezes, se estabelece entre nós e os sons de uma língua desconhecida, que nem sequer entendemos. Será talvez da mesma natureza da empatia que experimentamos por uma ária, uma melodia, um trecho musical que, feitos apenas de sons, sem representação ou equivalente material, nos seduzem, misteriosamente. Assim se poderá explicar, por exemplo, o sucesso estrondoso que Amália Rodrigues teve no Japão, há muitos anos atrás; ou, mais recentemente, um idêntico sucesso, dos Madredeus, nesse mesmo país asiático. Perante plateias que, na sua quase totalidade, não dominavam a língua portuguesa.
Eu próprio experimentei essa adesão afectuosa (ou hipnótica), também, em 1967 (1968?), ao ouvir Yevtushenko (1932), no Capitólio (ou terá sido no Maria Vitória?), em Lisboa, declamar Babi Yar e A Cidade do sim e a cidade do não, na sua voz vibrante e em russo, em que apenas o sim e o não me eram perceptíveis. O mesmo que me acontece, por vezes, quando ouço Mikis Theodorakis a cantar, em grego, e a dirigir uma orquestra. Aqui, no entanto, também a gesticulação contribui para o encantamento. Como se o movimento dos gestos, prolongasse o corpo, e os seus fios finíssimos e invisíveis, amarrassem outros corpos, de forma sedutora e fatal. Será a isto que se chama carisma?

sábado, 24 de janeiro de 2015

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Revivalismo Ligeiro XCIX

Uma associação improvável, esta, de 1963. Com música de Mikis Theodorakis, letra de William Sansom, cantam The Beatles.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Memória (93)


Outubro de 1974.
O vídeo, embora de fraca qualidade, reproduz um pequeno excerto do primeiro concerto de Theodorakis, em liberdade, depois da ditadura dos coronéis, na Grécia. Festa e electrizante alegria...

terça-feira, 18 de março de 2014

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Valha-nos a Grécia!...

...apesar da voz cava e enrouquecida de Theodorakis, compensada pela sonoridade lírica de Dalaras. E a presença de Irene Papas, na assistência. Porque os nossos cantautores da Resistência estão (quase) todos mortos, amesendados ou reformados, e internados...

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Música e Poesia LIII


Sobre poema de George Seferis (Na praia), Mikis Theodorakis musicou esta canção que Maria Farantouri interpreta, magistralmente.
Para acordar devagar...

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Música e Poesia II : Zorba,o grego

Branco e Negro. Quando o calor do Sul vence o frio do Norte. Ou ainda, reaprender a viver.