Mostrar mensagens com a etiqueta Memorabília. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Memorabília. Mostrar todas as mensagens

domingo, 23 de janeiro de 2022

Memorabília (20)

 

Longa vida teve e nobre fama esta revista O Tripeiro dedicada à cultura, história e interesses da cidade do Porto. Embora pontuada de algumas interrupções, publicou-se de 1908 até 1993, contando 47 volumes, na totalidade, que a In-Libris vendia, há tempos, por 2.500 euros. O título é pertença, hoje,  da Associação Comercial do Porto. A revista teve uma distinta série de colaboradores que iam, quanto a textos, de Alberto Pimentel a Cláudio Basto, passando por Ramalho Ortigão, e, na iconografia,  António Carneiro, Dórdio Gomes, entre muitos outros artistas.
Tenho na minha biblioteca, apenas 4 números de: 1947, 1963, 1968 e 1970. Todos eles interessantes.



domingo, 17 de outubro de 2021

Memorabília (19)



Em tempos, que hoje me parecem imemoriais, adquiri na rua do Alecrim, nº 44, em Lisboa, ao alfarrabista sr. Tarcísio Trindade (1931-2011), um conjunto  dos 12 primeiros números da celebrada revista Seara Nova, encadernados pela própria empresa. O lote custou-me Esc. 1.200$00, modestos.




Gradualmente, e a pouco e pouco, fui comprando, creio que no mesmo local, alguns outros números soltos da revista, sempre dos mais antigos. No grupo se inseria o nº 51, de 15 de Agosto de 1925, que tem uma capa impressiva, curiosamente e quando nada o fazia prever, do escritor José Rodrigues Miguéis (1901-1980).
Este poste acaba por ser uma parceria geminada com outro poste de MR, no seu Prosimetron, que celebrou, na altura própria (15/10/2021), o centenário da famosa revista portuguesa.

domingo, 18 de julho de 2021

Fruta da época



A propósito da Volta a França em bicicleta, que decorre, aqui deixo esta memorabília, bem mais modesta e nacional, de 1911, em trajes da época e da mesma modalidade desportiva... 

sábado, 14 de novembro de 2020

Memorabília (7)



Será talvez muito difícil encontrar uma maior inadequação entre um produto e uma imagem aplicada. Ou até mesmo descortinar uma causa lógica para a escolha figurativa destes rótulos de bebidas portuguesas, da primeira metade do século XX.



Será que o poeta Guerra Junqueiro (1850-1923) era um amante de vinho moscatel? Ou a proximidade entre Favaios e Freixo de Espada à Cinta justificaria e desculpava, para os produtores, o uso da imagem barbuda do vate, e o seu patrocínio?

segunda-feira, 13 de julho de 2020

Memorabília (6)


Serviam para várias coisas, multiusos os cafés, de outrora. Para estudar, namorar e até para beber o dito, muitas vezes. E noutros tempos eram mais aconchegados e sem contágios de maior...


sexta-feira, 1 de maio de 2020

domingo, 29 de setembro de 2019

Memorabilia (4)


Estas vinhetas, vendidas com o objectivo de subsidiar acções profiláticas, lúdicas, de caridade ou outras, tinham normalmente vida efémera, acompanhando selos dos CTT, na correspondência.
De apoio aos tuberculosos (1943 e 1947) e para publicitar a Queima das Fitas (1961), no Porto, aqui ficam em imagem, para que constem, três tipos diferentes.

Nota pessoal: creio que a personagem maternal e régia, da segunda vinheta em imagem, representa a rainha D. Amélia (1865-1951), esposa do rei D. Carlos.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Memorabília (3)


Se a antiguidade é um posto, como se dizia na tropa, esta aguardente portuguesa, que já existia há mais de setenta anos, merece graduação elevada, e em dupla dose. Que os seus 46º deitam por terra as suas congéneres que são, normalmente, mais comedidas e macias ao gosto.
Quanto à frase publicitária que a acompanha, creio que não é preciso dizer mais nada, mas vê-se que era dedicada a homens de barba rija...

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Memorabília (2)


Há quem guarde quase tudo. E há quem fique com muito pouco, do passado. A retenção de coisas inúteis, porém, está sempre associada a algum acontecimento marcante ou a algo de afectuoso e, muitas vezes, a uma experiência inicial, no tempo. Estes frágeis sinais servem também para pontuar um percurso e, mais raramente, para datar um encontro, que a memória decerto não conseguiria situar, depois, se não houvesse vestígios materiais e concretos. Note-se a curiosidade das cores dos ingressos, provavelmente, com vista às estatísticas: o rosa para visitantes femininos e o azul-bebé para visitas masculinas.
Estes dois bilhetes de entrada, do Museu Alberto Sampaio (Guimarães), e o horário escolar têm 60 anos. Em 1958, entrar no Museu vimaranense custava Esc. 2$50. Hoje, são 12 euros. Quase 100 vezes mais... E será que esta liricamente baptizada Biblioteca Musical, do Porto, que oferecia horários aos estudantes, ainda existe?


terça-feira, 10 de outubro de 2017

Memorabília útil


Não há nada como o papel, em vez do digital, para dar consistência aos percursos. E o mais recente destes mapas tem mais de 30 anos... Mas já lá estavam Bayswater, Picadilly, Queensway, a Tate.