Qualquer blogue que se preze, tem esta ária de La Traviata no seu arquivo de música erudita.
De propósito, não a incluí no poste em que abordei (Clonagem operática, de 21/11/2018) os lugares-comuns que grande parte dos blogues, ditos culturais, frequentam, deixando em branco o 10º lugar.
Mas vai hoje, até para não me excluir da corrente dominante
Por algumas justificadas razões. Ter sido uma magnífica realização coreográfica da Metropolitan Opera House (Nova Iorque). E contar com duas excelentes interpretações de Diana Damrau e Juan Diego Florez.
E que me perdoem esta trivialidade!