Não será caso único o facto de alguns escritores abraçarem também outras artes numa certa ambivalência estética: Namora ou Mário Dionísio, por cá, além de escreverem, simultaneamente, também pintaram.
Rudyard Kipling (1865-1936) comprova essa multiplicidade de talento estético e muito bem sucedido. A imagem seguinte reproduz um desenho do escritor, feito em 1902, para o seu livro The Cat that walk.