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sábado, 15 de fevereiro de 2025

Uma fotografia, de vez em quando... (193)



Nascido em Nova Iorque, e oriundo de uma família judaica, o fotógrafo Arnold Newman (1918-2006) destacou-se sobretudo pelos retratos que fez de celebridades. Preparava os enquadramentos de forma minuciosa. Trabalhou para a revista Newsweek, mas talvez a sua obra mais famosa seja o retrato que fez de Igor Stravinsky, ao piano, e que, insolitamente, foi recusado pelo magazine Harper's Bazaar.




domingo, 14 de outubro de 2018

Dos géneros e suas idiossincrasias


Francamente, não sei se a atenção se pode, por vezes, confundir com a concentração, no ser humano.
Mas não há dúvida que há, nesta fotografia de finais dos anos 50, uma atitude feminina e outra, masculina, qualquer delas pronunciada e diferente. Da concentração de Miller e Olivier, e da atenção de Marilyn e Vivien, os sexos falam por si.
A cada um, a sua interpretação - é o desafio que, aqui, deixo...

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Uma fotografia, de vez em quando (89)


Diversas vezes premiado, integrado desde 1958 na Agência Magnum, a obra do norte-americano Bruce Davidson (1933) foca, sobretudo como modelos, indivíduos marginais ou comunidades marginalizadas. Mas também excelentes retratos de notáveis: Paul Newman, por exemplo, ou Marilyn Monroe.


segunda-feira, 30 de junho de 2014

Uma fotografia, de vez em quando (41)


Nascida na Áustria, a fotógrafa Inge Morath (1923-2002) fixou-se nos Estados Unidos, na década de 50 do século passado. Integrou a Agência Magnum em 1953, no mesmo ano em que retratou, excelentemente, a sra. Eneleigh Nash (em imagem). Curiosamente, fez das últimas fotografias de Clark Gable, Marilyn e Montgomery Clift, porque acompanhou as filmagens de The Misfits (1961), de John Huston, com argumento de Arthur Miller. A fotógrafa foi a terceira e última mulher do dramaturgo americano, com quem veio a casar, em 1963.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Uma fotografia, de vez em quando (29)


Não haverá muitas mulheres que, profissionalmente, se dediquem à fotografia, mas também já era tempo de esta rubrica ocupar-se de uma, das melhores. A americana Eve Arnold (1912-2012) foi uma pioneira fotojornalista e das primeiras mulheres a integrar a Agência Magnum. Tinha como autores de cabeceira, e preferidos, Dostoievsky, Thomas Mann e Tolstoi, e foi talvez a pessoa que mais fotografias tirou a Marilyn Monroe, desde 1951. Mas quase todas as figuras emblemáticas do cinema passaram pela sua lente.
Além do retrato de Eve Arnold, ficam as imagens de Marlene Dietrich, bem como um instantâneo informal de Anthony Quinn e Anna Karina, a fumar.

sábado, 2 de novembro de 2013

Uma fotografia, de vez em quando (19)


Fotógrafo de rua, sociólogo visual de uma certa América do Norte do séc. XX, Garry Winogrand (1928-1984) deixou-nos uma obra vasta que retrata uma época, quase sempre de seres humanos anónimos, se exceptuarmos o emblemático retrato de Marilyn Monroe, que também aqui fica.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Retratos (7) : Maria de Lourdes


Ali estava ela, à minha frente, muito bem arranjada, de casaco de peles (era Janeiro), para a entrevista. Tinha prática do ramo, mas o emprego e o ordenado eram  modestos para o aspecto que ela tinha - achei eu. E não lhe dei grandes esperanças. Dir-se-ia, hoje, que tinha "habilitações" excessivas para o lugar...
Mas aquela trintona, muito fresca, entre ingénua e sabida, deixou-me a ruminar. Falei nela ao Engenheiro: "...uma planturosa, de peles..." E ele: "E porque não experimenta? Não temos nada a perder."
Assim foi. Ainda para mais ela era do mesmo signo astrológico e decanato da Marilyn. E não me arrependi. A Lourdes era apenas um pouco desorganizada, frágil quando havia pressão, mas sobrava-lhe simpatia, era carismática e logo fez clientes fiéis, que lá iam só para a ver e falar com ela. Destoava, pela positiva, em suma.
Soube depois que não precisava de trabalhar: vivia com um Senhor, bastante mais velho e rico, numa vivenda da Praia das Maçãs. Mas Lourdes queria um mínimo de independência, mesmo que fosse só para os alfinetes. E, para minha surpresa,  vinha diariamente de carro e motorista. Ficou quase 3 anos na empresa.
Quando se despediu, deixou saudades a todos, e nunca ninguém a esqueceu. Fez, depois, sociedade com um antigo colega, mas o negócio correu mal...
Encontrei-a, por acaso, um dia na Baixa. Estava na mesma, simpática, o sorriso maroto e, ao mesmo tempo, não perdera a candura adolescente. Lembrei-me do casaco de peles.
Nunca mais a vi, nem soube mais dela. Disseram-me que tinha emigrado para a Suiça.

quinta-feira, 10 de março de 2011

O Cinema em casa II



Dois filmes, dois mitos do cinema americano: Marilyn Monroe (1926-1962) e James Dean (1931-1955). " O Pecado mora ao lado" foi realizado por Billy Wilder, em 1955, e estreou no cinema Tivoli. Mostra-se também uma imagem emblemática de Marilyn que contracenou com Tom Ewell. O filme "O Gigante", de George Stevens, teve o Óscar de 1956, para o melhor realizador. Quando estreou já James Dean tinha morrido num violento acidente de viação. Contracenava, na película, com Rock Hudson e Elizabeth Taylor. Em Portugal iniciou a sua carreira, a 16 de Abril de 1956, no Cinema Império, hoje transformado em local de culto, da seita IURD.
E era assim, através dos "Cine-Romances" que, quem não podia ir ao cinema, lia os filmes em casa.

sábado, 8 de janeiro de 2011

74 anos bem merecidos, Shirley Bassey

Shirley Bassey completa hoje 74 anos. Esta canção, muito bem interpretada, faz-me sempre lembrar, por várias razões, talvez pouco plausíveis, Marilyn Monroe e Truman Capote. E, claro, 007 e Ian Fleming, naturalmente.

P.S: Note-se, por curiosidade, num violoncelista do vídeo, que parece o Putin. Não sei se, aquando da gravação deste vídeo, ele ainda pertencia ao KGB...

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Morituri te salutant!

Clark Gable morreu há cinquenta anos (16/11/1960). Três dias depois de acabadas as filmagens de The Misfits (Os Inadaptados, na versão portuguesa), Gable teve um enfarte e 11 dias depois morria. O filme, que foi estreado em 1961, tinha realização de John Huston e argumento de Arthur Miller, marido de Marilyn Monroe que era a actriz principal. A actriz viria a suicidar-se, menos de 2 anos depois, a 5 de Agosto de 1962. Finalmente, Montgomery Clift, que era a terceira figura de cartaz, morreu em 23 de Julho de 1966.