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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Um CD por mês (10)



Talvez eu não tivesse sido o mesmo, em relação à Ópera, se não tivesse ouvido, na adolescência e na Póvoa, a voz inconfundível do tenor monegasco Alain Vanzo (1928-2002) a cantar a ária Je crois entendre encore da ópera Les Pêcheurs de Perles, de Georges Bizet (1838-1875), que me havia de encantar para sempre.
Apesar de, no canto lírico clássico, eu já me ter iniciado pelo barbeiro sevilhano de Rossini, mais estridente embora...


Em contraponto feminino mais antigo, Mirella Freni (1935) chegou logo a seguir, e Aafje Heynes (1924-2015). Fischer-Dieskau (1925-2012) veio também a  integrar as minhas preferências. Recentememente, Cecilia Bartoli (1966) ocupou um lugar destacado. E, como não podia deixar de ser, Maria Callas terá sempre um lugar cativo (1923-1977).


Da EMI Classics, estes registos são de 1954 (Norma), remasterizado em 1997, e da ópera de Gluck (1957), aperfeiçoado em gravação de 1998.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Callas, pelos 90 anos do seu nascimento


Pese embora a deficiente gravação e imagem, o vídeo tem a particularidade rara de ter sido registado em Lisboa, no Teatro S. Carlos, em Março de 1958, aquando da actuação de Maria Callas e Alfred Kraus, em "La Traviata", de Giuseppe Verdi.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Pelo bicentenário do nascimento de Giuseppe Verdi (1813-1901)


Por uma vez, os italianos parecem moderados e discretos na comemoração e divulgação de um dos seus geniais compositores: Giuseppe Verdi, nascido a 10 de Outubro de 1813.
Para o lembrar, aqui fica uma ária de I Vespri Siciliani, interpretada por Maria Callas.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Vozes


Robert Zimmerman completou, há pouco mais de um mês (24/5/12), 71 anos. E, a 29 de Maio de 2012, o mesmo homem, de seu nome artístico, Bob Dylan recebeu, das mãos do Presidente Obama, a Medalha da Liberdade, a mais alta condecoração civil norte-americana. O Presidente, na altura da cerimónia, referiu que não havia, "na história da música americana, um gigante maior".
Da indisciplinada e bravia voz da Callas, das palavras cantadas, que parecem cair da tripeça (como costumo dizer), de Alfredo Marceneiro, até à trémula e aparentemente enfraquecida voz anárquica de Dylan, pergunto-me: o que fará a magia destas vozes?
E não sei responder.