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segunda-feira, 3 de novembro de 2025

Com os melhores votos...



 ... para o aniversário de Margarida Elias, com muitos parabéns!

domingo, 3 de novembro de 2024

Aniversário


Para o aniversário de Margarida Elias, este adágio de Bach. E umas flores singelas para embelezar o dia, com muitos e amigos parabéns.



sexta-feira, 3 de novembro de 2023

Aniversário

 

Para Margarida Elias, umas flores de Georgia O´Keeffe, para alindar o seu anivesário natalício. Com os melhores votos de felicidades e longa vida.

domingo, 14 de maio de 2023

Para um aniversário



Para o aniversário do blogue Memórias e Imagens, de Margarida Elias, com um brinde de futuro, com a ajuda de Magritte,  e com muitos parabéns, pela sua sempre renovada qualidade estética!

quinta-feira, 3 de novembro de 2022

Para um aniversário



Com votos de um dia feliz e um ano pleno de realizações , para a Margarida Elias, no seu Memórias e Imagens, vão estes jarros numa sugestão virtual de alegria, de um estudo da pintora polaca Tamara de Lempicka (1898-1980).

terça-feira, 16 de agosto de 2022

Divagações 180



Cidades há que têm um encantamento natural e próprio. Para não dizer: magia. Até para reis (D. João II, D. Manuel I...) Ainda há dias, no seu Memórias e Imagens, Margarida Elias dedicou a Évora uma série de fotografias, testemunhando assim a sua beleza indesmentível. Eu fui lá, pela primeira vez, aos 20 anos, e foi simpatia instantânea. Lá comi, em estreia, a primeira Sopa à Alentejana. E de lá trouxe um pequeno, rústico prato pintado à mão, com a imagem de um ceifeiro. Objecto a quem dedico, ainda hoje, um particular afecto. Até em memória da cidade.



voltei há pouco pelas palavras de Vergílio Ferreira, em Conta-Corrente 1 (1972, 18 de Fevereiro):
"Regressados de Évora. Foi agradável, como sempre, a estadia em casa dos Silvas. Compareceram os Brancos e os Charruas. Só não compareceu o passado. E foi por ele que lá fomos." (pg. 109)

sábado, 14 de maio de 2022

Um quadro para um aniversário



Para Margarida Elias, no 14º aniversário do seu blogue Memórias e Imagens, este Columbano, do Museu do Chiado, em música de câmara, com muitos parabéns e os nossos melhores votos de longa vida!

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Pieter van Maldere (1729-1768), especialmente para uma Aniversariante


Para o dia de anos de Margarida Elias, no seu Memórias e Imagens, com muitos parabéns e votos de um dia feliz. E de um ano ainda melhor!

terça-feira, 3 de novembro de 2020

Pinacoteca Pessoal 171


Essencial e inicialmente crítico de arte, Roger Fry (1866-1934) cultivou também, de forma primorosa, a pintura. Descendente de uma família quaker inglesa foi compagnon de route do grupo de Bloomsbury (ver pintura de V. Woolf, no Arpose, 23/6/2014) e bem sucedido retratista (E. M. Forster, Yeats...).



Bem representado na Tate, Roger Fry interessou-se pelos primitivos pintores europeus, vindo depois a dedicar-se à moderna pintura francesa, do ponto de vista de estudioso e crítico de arte. Além de retratista, podem admirar-se algumas suas telas na temática paisagística (Provença, 1911, na Tate, por exemplo).



Nota pessoal: especialmente para Margarida Elias, com parabéns pelo seu aniversário. E que, no seu Memórias e Imagens, nos vem habituando a um persistente bom gosto estético.

sexta-feira, 19 de abril de 2019

Da Páscoa, e com amizade


Por entre azul celeste e verde esperança, nos chegam amigos votos. Que nos colhem de surpresa e sem palavras suficientes. Ocorre-me, um pouco a despropósito, inadequada talvez, uma quadra antiga que se aproxima do grato sentimento que experimento. E que endereço, com simplicidade, à Margarida, em retribuição pobre, do que posso:

Foi bom o dia de hoje nas pessoas
de quem não esperava nem palavras:
desconhecidos gritam-me bons dias
e o barco vai firme sobre as águas.

Com grata estima, e cordialmente,
A. S. 

sábado, 3 de novembro de 2018

Uma geminação forçada, para um aniversário...


Não serão bem crisântemos... mas se virmos a imagem em jeito de metáfora mais ampla, e surrealmente, até parecem sugeri-los.
Para Margarida Elias, no seu Memórias e Imagens, com muitos parabéns, este fogo de artifício virtual, pelo seu aniversário. E que conte muitos!

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Um sonho


                                                                                   Num meio-dia de fim de primavera
                                                                                   Tive um sonho como uma fotografia...

                                                                                            Alberto Caeiro


Ora acontece com os sonhos, o mesmo que com os versos, subitamente nascidos: ou os escrevemos logo, ou eles desaparecem, para sempre da nossa frágil memória. Vindos do inconsciente, se não os reproduzimos, conscientemente, eles apagam-se.
Há dias, sonhei com o poeta W. H. Auden (1907-1973), num episódio de grande nitidez. O cenário inicial era a sua casa, improvável e em Portugal. Na sala de estar, ao canto e em ângulo, duas estantes, com livros: a da esquerda, só com volumes de poesia; à direita, apenas livros sobre arte.
Auden estava de abalada para os E. U. A. e eu, antes de sairmos, peguei, de empréstimo, da estante, os seus Selected Poems. Depois, dirigimo-nos, a pé, para uma rua estreita da Cova da Piedade, para ele se ir despedir de Maria Antónia Palla. Foi aí que ele disse que ia dar todos os livros desta sua biblioteca, a quem os quisesse. Não tencionava levá-los para a América. E eu candidatei-me.
Feitas as despedidas, regressamos a casa do Poeta. Para minha surpresa, as duas estantes dos livros estavam completamente vazias. Alguém levara todos os livros de poesia. E os livros sobre Arte tinham sido levados pela minha estimada confrade de blogue, Margarida Elias, do Memórias e Imagens.
Fiquei assim e apenas com os Selected Poems, de Auden, na mão.
E acordei...

para Margarida Elias, e em memória de W. H. Auden.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

As poucas certezas, que nos chegam de longe


Com os anos que levo, poucas certezas me assistem. Porque, se juventude é certeza (ligeira ou caprichosa, quase sempre), a velhice, na sua eventual lucidez, de experiência feita, é, sobretudo, terreno fértil de dúvidas. Humildemente humanas.
Eu teria muitas hesitações, se me perguntassem, de toda a Literatura (que conheço), qual o romance ou poema que prefiro. E considero como sendo o melhor, entre os melhores.
Mas, se me perguntassem, sobre o conto, ou pequena ficção narrativa, eu não teria dúvidas. Elegeria, categoricamente, esse pequeno (12 páginas), e enorme conto de Jorge de Sena (falei dele aqui, em 13/4/2010), sobre Camões, intitulado: Super Flumina Babylonis. Porque é toda uma vida.

para Margarida Elias que, com o seu comentário no Arpose, me suscitou estas pequenas reflexões. 

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Recomendado : sessenta e quatro


Com curadoria de Margarida Elias (1970) e integrada na Molda 2016, das Caldas da Rainha, inaugurou recentemente, no Museu da Cerâmica da mesma cidade, uma mostra de temática zoomórfica sobre cerâmica caldense, seleccionada da colecção de João Maria Ferreira (1932). Até 4 de Dezembro de 2016, esta exposição, muito bem organizada e documentada, merece ser visitada.

domingo, 2 de outubro de 2016

Mais um poema traduzido, de Eduardo Chirinos


Derrota del Otoño


Por estas redondezas, o Outono não é bem-vindo.
                                                              Ninguém o espera
na margem de um qualquer rio melancólico
que esconde nos seus fluxos os segredos do mundo.
Mas o Outono reina em outras latitudes:
lá longe, onde os ciclos se cumprem, obedientes, lá longe
onde envelhecem e se renovam as metáforas.

(O Sol afunda-se num charco esverdeado
onde flutua, solitária, uma folha de loureiro).

Mas hoje de tarde nem sequer choveu. As folhas
fincam-se com força férrea aos seus ramos,
heroicamente lutam contra o vento
e pela noite hão-de celebrar a derrota do Outono.

Não sabem que as folhas em queda são escritas
e a árvore um calado e seco poema sem estrias.


para quem não aprecia muito o Outono, como a Margarida, no seu "Memórias e Imagens"; e para Maria Franco, que gosta da obra do Poeta. Cordialmente, esta despretenciosa tradução.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Produtos Nacionais 9 : Calçada Portuguesa


Se a penca, pelo menos a Norte, as cenouras, o ovo cozido, a cebola e as batatas da Consoada de Natal,  serão, com certeza, nacionais, o bacalhau, o mais certo, é ter sido importado da Noruega e já não oriundo da Terra Nova e Gronelândia, onde os pescadores portugueses faziam, dantes, a sua faina todos os anos. Mas também é verdade que desprezámos, frequentemente, os artigos e a criação nacional, em benefício de produtos estrangeiros - nem sempre melhores. No plano material, mas também espiritual.
Raramente reparámos no chão que pisamos, muitas vezes de uma beleza surpreendente, a Calçada Portuguesa, essa criação retintamente nacional que, pela sua qualidade artística e motivos muito variados, alastrou ao mundo lusófono: a América, a África e a Ásia têm hoje calçada portuguesa em ruas e praças. Em basalto ou calcário, normalmente a preto e branco,começou a ser usada a partir do séc. XIX, em Portugal. E dá um aspecto encantador, quando não monumental, a muitos dos nossos largos e avenidas.

P. S.: não posso deixar de referir Margarida Elias que, no seu Memórias e Imagens, indirectamente, me deu a ideia, através de um poste, deste tema para esta rubrica.

domingo, 11 de março de 2012

"Prémio Dardos", e considerações em volta


Na sua gentil amabilidade, Margarida Elias, através do seu Blogue "Memórias e Imagens", achou por bem atribuir ao Arpose o "Prémio Dardos". Pessoalmente, estou-lhe muito grato. O galardão obriga, estatutariamente, a que se publicite a aceitação mediante a imagem iconográfica do prémio, se indique a proveniência da nomeação e, finalmente, se escolham mais 15 pares, da nossa preferência, para premiar, também. Esta última obrigação não estarei em condições de a cumprir, na íntegra.
Por uma questão de coerência, por razões de fidelidade ( no seu sentido mais amplo, e seniano do termo), só poderei fazer 6 nomeações que são, exactamente, os seis blogues que acompanho "fiel" e diariamente, e que constam do lado direito da mancha gráfica do Arpose. O tempo disponível, o gosto, a atenção que dedico e os comentários que, por vezes, faço, são o possível, na minha circunstância humana. Não conseguiria, pessoalmente, acompanhar muitos mais blogues, devidamente.
Um blogue é, antes de mais e na sua função mais nobre, um espaço de liberdade e de partilha. Nos postes, e nos comentários que colhe, sejam eles porventura adversos. Mas é também, ou pode ser uma forma de diário, de transmissão de descobertas (em palavras de Eugénio de Andrade: "...de coisas que te dou/ para que as ames comigo..."), de indignação, às vezes. Um monólogo que pede para ser diálogo, raramente conseguido. E estes prémios que se recebem são um alento, um amigo "feed-back" solidário, no humano arquipélago virtual, habitualmente silencioso.
Por isso, bem haja, Margarida!

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Rimsky-Korsakov (1844-1908) : em sequência de "As 1001 Noites"



Em complemento do poste "Ressurgimentos", sobre "As 1001 Noites", este início da suite "Xerazade". Com um envoi especial para Margarida Elias e MR, cordialmente.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Coincidências Leirienses - Rodrigues Lobo


Tinha eu lido, há pouco tempo, um opúsculo de Carlos Alberto Ferreira, sobre Francisco Rodrigues Lobo ("Fontes inéditas para o estudo da sua vida e obra", Biblos, 1943), quando ao passar, hoje, pelo blogue "Memórias e Imagens", de Margarida Elias, - aonde vou refrescar, diariamente, a vista -, me deparei com uns versos do poeta leiriense e umas bonitas fotografias da sua terra natal. Ora, eu acho que nunca falei dele aqui, no Arpose, e talvez já seja tempo.
Este cristão-novo que nasceu na terra do Lis, por volta de 1579, veio a morrer num naufrágio nas águas do Tejo, em 1622. Um homem entre 2 rios, portanto. Parece que era "fresco", o escritor leiriense, por algumas cartas que deixou, e foram escritas a umas comediantes de Lisboa. Uma das quais endereçada a Maria Tardia, que era amiga de outra dama, Josefa Vaca, de nome, e talvez de má fama. A carta, que repousa na Biblioteca da Ajuda (Ms. 50-I-66, fl. 28), é pouco cavalheirosa, mas merece que aqui deixe uns excertos, para amostra. Aí vai em linguagem, tanto quanto possivel, actualizada, o início da missiva de Rodrigues Lobo:

"Pelas grandes obrigações em que a V. M. lhe estão afeiçoados ao género feminino, tenho eu algumas de procurar seu gosto, crédito, e interesse, que como meu principal foi sempre contentar a Damas devo muito às que se contentam de satisfazer a seus servidores com a liberalidade com que V. M. os trata, desmentindo na praça com quem paga o que a seu nome deve; e porque dos dois polos dessa Companhia é V. M. tida por Zona tórrida nesta terra, desejando temperar o clima da Sra. Josefa Vaca com o de V. M. a ela fiz advertências, e a V. M. faço lembranças, que não perca por carta de mais, o que ela deixa de ganhar por ela ter de menos; que se pode ser na catimplora de sua esquivança, se esfriara a facilidade de V. M., e no fogo dessa luxúria se aquentara a sua aspereza, andarão ambas temperadas como Relógios, e como tais não tiveram hora perdida aproveitando-se do tempo e da idade, que deixará, cedo na espinha a confiança, por mais que a opinião queira imortalizar sua gentileza. Nos autos de devassa que aqui se tirarão dos ferimentos e homicídios que V. Ms. cometeram nesta Cidade depois de sua vinda há culpas de V. M. a respeito de que cai depressa, e se ergue devagar. obriga a mto. uma nega nada, tem rosto de dama, acenos de freira, corpo de cigana, meneios de p[...] e trato de mercador, parece bem, e não baila mal, fala com encosto, olha com luxúria, e bole como agulha de marear com todo o corpo, a qualquer palavra que diz, como se nadara em seco. das quais conjecturas a poucos lanços de Astrologia se alcança ser V. M. muito mais quente que tardia, e tão excelente na arte secreta que usa, que até no que representa manifesta sua suficiência..."

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Subitamente, o "Sunshine award" 2011


Com inesperada e grata surpresa recebi do Blogue Memórias e Imagens, de Margarida Elias (a quem agradeço, reconhecido), o Sunshine Award 2011, que ela achou por bem atribuir ao Arpose. Devo passar - é essa uma das obrigações - o testemunho, que me foi conferido, a 12 blogues que eu aprecie. Por uma questão de autenticidade, conhecimento fundado e gosto, só poderei passar o troféu a 4, que são aqueles que visito diariamente, mas explicarei, ao mesmo tempo, a razão da minha escolha. Por ordem alfabética, aqui vão:
1. A Casa Improvável - pela sábia aliança entre música e textos;
2. do erro autográfico - pela irreverência criativa;
3. Memórias e Imagens - pela estética notável associada a citações bem escolhidas;
4. Prosimetron - pela diversidade estimulante dos seus postes.

Nota: é do regulamento que os escolhidos façam, por sua vez, a sua própria escolha, e a publicitem, avisando, os Blogues eleitos.