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sexta-feira, 30 de março de 2012

Filatelia XXXVII : Circulação de 1º dia


Como se sabe, celebram-se este ano os 250 anos do nascimento de Marcos Portugal, compositor português. Pelo facto, ocorrerão algumas iniciativas culturais, nomeadamente, na Biblioteca Nacional de Portugal, uma exposição alusiva. Também os CTT fizeram sair uma série filatélica para comemorar a efemeride, com início de circulação a 27 de Março de 2012.
A peça filatélica, em imagem, tem uma particularidade que a torna rara: é, provavelmente, uma das apenas 4 que foram expedidas da BNP, com a data de circulação do 1º dia, em envelope da ilustre Instituição.

com os melhores agradecimentos a JAD.

quinta-feira, 25 de março de 2010

O silêncio antes da morte


Marcos António Portugal nasceu em Lisboa, a 24/3/1762 e veio a morrer em 17/2/1830, no Rio de Janeiro. Tinha acompanhado a família real portuguesa para o Brasil, aquando da sua fuga, perante as invasões francesas. Em Lisboa, tinha sido organista da Sé Patriarcal. E viveu largo tempo em Itália. Foi compositor prolífico mas, curiosamente, parece ter feito a sua última obra, 13 anos antes de morrer. Nesse último período da sua vida, provavelmente, optou pelo silêncio. A ária "Carlota" pertence à ópera "Le donne cambiate" que foi composta em 1797.

terça-feira, 23 de março de 2010

Carta a um Amigo que faz anos





23-24/3/2010

Meu Caro:
Estive a consultar canhenhos, memória e, é certo, que foi em 1970, que nos conhecemos. Outubro, provavelmente. Vachsel Lindsay versus John Updike, ao contrário das nossas vocações..., é curioso. Depois, a geografia sentimental: Av. de Roma, São Sebastião da Pedreira, S. João do Estoril, "As Gaivotas", Azarujinha (e aquele arroz de mexilhões que deram à praia...), Rodrigo da Fonseca, Algés; mas antes, houve a noite de Lisboa, o Cunha Telles, o "Continuar a viver", cujo argumento, ele nunca pagou, salvo as CR&F e o Whisky que lhe bebemos em casa, para abate... E ainda, e agora o "Rio Grande", a Lisboa queiroziana. Claro, "Os Cornos de Cronos", "O Rei dos Lumes", "A Última Ceia" e o teu desencanto literário, depois de "Shadows in a Dream" a duas (?) mãos. As abóbodas da Bertrand com o Vergílio Ferreira ou o "Espelho de Água", a ver o Tejo, à noite. Tanta coisa, tantos anos: quase 40.
Vai a carta, com música. Pensei no Mahler de que tu gostas (mas que eu não aprecio, particularmente), depois no Marcos Portugal que fazia anos no teu dia - se puderes, ouve a ária "Carlota" de "Le donna cambiate", que é muito bonita. Mas tu andas numa de Rameau... por isso vai um bocadinho de "Les Indes Galantes". E, no que diz respeito ao "outro capítulo", apetece-me glosar o rei espanhol, pela positiva, e perguntar: "Por que te callas?"
Também segue um velho e amigo abraço de parabéns, e lembranças à "merryl". Até quinta!
A. S.