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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Mann em França

 

O jornal Le Monde dá notícia de um aparente interesse inusitado, em França, pela obra do escritor alemão Thomas Mann (1875-1955), prémio Nobel de Literatura, em 1929. Mas que provavelmente se deve à cessação dos direitos de autor. Duas traduções de Buddenbrooks e três de Der Tod in Venedig, uma das quais na "poche", estão aí, para testemunhar este entusiasmo editorial. Será que, em Portugal, assistiremos ao mesmo fenómeno? A grande qualidade do escritor, quanto a mim, justificá-lo-ia.

sábado, 18 de janeiro de 2020

Aviso


Um poeta deve deixar traços da sua passagem, não provas. Só os traços fazem sonhar.

René Char (1907-1988), in La Parole en archipel.

sábado, 17 de dezembro de 2016

Uma fotografia, de vez em quando (89)


Um dos encontros fundamentais na vida da fotógrafa norte-americana  Berenice Abbott (1898-1991) terá sido, em Paris, nos anos 20, com Man Ray (1890-1976), de quem foi assistente, e também com o respeitado fotógrafo francês Eugène Atget (1857-1927), a quem tirou alguns dos últimos retratos.
Em anos maduros Berenice Abbott referia: "Photography can never grow up if it imitates some other medium. It has to walk alone; it has to be itself."


A arquitectura de Nova Iorque foi uma das suas temáticas preferidas, mas ela foi também uma retratista notável (Joyce, Cocteau...). A qualidade da sua obra fotográfica justificou que fosse a primeira mulher a integrar a Academia Norte-Americana de Artes e Letras.


domingo, 7 de agosto de 2016

Uma fotografia, de vez em quando (85)


Nascida em Berlim, a fotógrafa alemã Marianne Breslauer (1909-2001) teve uma carreira profissional relativamente curta de cerca de uma dúzia de anos, muito embora tenha deixado uma obra de consistente qualidade, ainda hoje reconhecida.
Fez a sua aprendizagem em Paris, com Man Ray, tendo depois colaborado intensamente em diversas revistas germânicas, em finais dos anos 20. Com a ascensão do nazismo, transferiu-se para a Holanda onde veio a conhecer e casar com o marchand Walter Feilchenfeldt. Por alturas da II Grande Guerra passou a residir na Suíça, abandonou a profissão de fotógrafa, tendo-se dedicado, por inteiro, à sua galeria de arte. Morreu em Zurique, a 7 de Fevereiro de 2001.


quinta-feira, 6 de junho de 2013

Uma fotografia, de vez em quando (6)


Embora larga e maioritariamente encenadas, as fotografias de Man Ray (1890-1976), pseudónimo do norte- americano Emmanuel  Radnitzky, têm um estilo muito próprio e quase sempre inconfundível. E um toque surrealista, da escola de vanguarda que, de certo modo assumiu. O rosto e o corpo humano são os seus temas mais objectivos.
O retrato, em imagem, é de Ernest Hemingway.