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quinta-feira, 1 de maio de 2025

Adagiário CCCLXXIX

 

Favas Maio as dá, Maio as leva.

quarta-feira, 1 de maio de 2024

Adagiário CCCLXVI

 

O rocim em Maio, se torna cavalo.

segunda-feira, 1 de maio de 2023

Adagiário CCCLI



Em cada casa comem favas, e na nossa às caldeiradas*.

* não será bem o caso, mas em Maio costumamos sempre marcar presença.

domingo, 1 de maio de 2022

Em sequência



Não terão sido só as cepas, por aí (como diz o rifão), a dar sinal de vida e alegria pelos finais de Abril. Também a sempre cumpridora Amaryllis, da varanda a leste, nos surpreendeu ao abrir em quatro frentes, florescendo radiosa. Até hoje, no passado, só o tinha feito com flores trigémeas...

Adagiário CCCXXXV




A boa cepa, Maio a deita.

 

sábado, 1 de maio de 2021

Adagiário CCCXXII

 


 O rocim em Maio, se faz cavalo.


sexta-feira, 1 de maio de 2020

Da varanda a Sul...


... é assim.
E as frésias são amarelas.

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Adagiário CCXCV


Pão tremês*, não o comas nem o dês; mas guarda-o para Maio.


* Não sei que pão será o "tremês". O dicionário regista (bem como: "tremesinho"): "que dura 3 meses; que nasce e amadurece em 3 meses." Mergulhado nesta ignorância, escolhi para iconografia diversos tipos de pão, a ver se acerto...

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Adagiário CCLXXI : Maio (8)


1. Maio hortelão, muita palha e pouco pão.
2. Em Maio o calor a todo o ano dá valor.
3. Fiandeira não ficaste, porque em Maio não fiaste.
4. Em Maio, com sono caio; em S. João, por esse chão.

domingo, 1 de maio de 2016

Adagiário CCLI : Maio (7)


1. Quem em Maio não toa, não é ano de broa.
2. Maio hortelão, muita parra e pouco pão.
3. Touro, galgo e barbo, todos têm sezão em Maio.
4. Fiandeira não ficaste, porque em Maio não fiaste.

domingo, 3 de maio de 2015

Circunstância


Voltou-se o Domingo ao Inverno, se calhar, arrependido...
E a Primavera, jovem e tímida, parece ter-se intimidado, depois de, pressurosa, ter puxado pelas hortênsias, ter acordado os brotos no limoeiro e estimulado as tenras alfaces, recém-plantadas, a crescerem na floreira artesanal, a leste.
Tudo parece voltar e obedecer a ritmos caprichosos, desdenhando das obrigações de Maio ou do tempo que, classificado e marcado pelo Homem, não se arbitra pela lei da Natureza.
Até as andorinhas se precatam de voar, muito menos altas, por causa das pequenas gotas de chuva, circunstância do acaso e humor das estações volúveis. E, cautelosas, voltam de regresso, em voo rápido, aos aconchegados ninhos dos beirais.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Maios


Afinal, hoje, até havia jornal. Já não há respeito por nada: aqui há 40 anos, vi-me aflito para almoçar, no primeiro dia do mês. Tive que me contentar com uma sandes ressequida, no foyer do cinema Monumental - era o que havia...
Maio era o mês dos morangos, pequeninos e saborosos, que a minha Tia me mandava, num pequeno cesto de verga, pelo aniversário; agora, até chegam muito mais cedo, são enormes e não sabem a nada - senão à memória deles, no passado, e dizemos: fazem lembrar morangos!...
Era também o mês das fortes trovoadas, em que se invocavam S. Jerónimo e Sta. Bárbara, virgem, quando a luz se ia abaixo. Agora, que há apagões todo o ano, já ninguém lê hagiografias, nem conhece o nome dos santos patronos.
Valham-nos as favas!, que costumavam vir por Maio, e se davam aos cavalos, para os robustecer. Ainda vêm e até já as comemos. Mas, congeladas, também se podem comprar em qualquer mês do ano. Vai sendo cada vez mais difícil cumprir as tradições, na altura certa e competente...

Adagiário CCXIX : Maio (6)


1. Quanto Maio acha nado, tudo deixa espigado.
2. Em Maio a quem não tem basta-lhe o saco.
3. Maio come o trigo, Agosto bebe o vinho.
4. A quem em Maio come sardinha, em Agosto lhe pica a espinha.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Lembrete 17


Maio, primeiro mês do ano sem r, é, por isso e por tradição popular registada em adágio, considerado como início da época gastronómica das sardinhas. E, na costa oeste (Peniche, concretamente), prateadas e tentadoras, na vitrine, elas já se recomendavam à vista. "Que ainda estão magras, mas vieram hoje!" - disse-nos a empregada, profissionalmente franca. Por isso, ainda não foi desta...preferimos uma caldeirada, óptima, que também sabia a mar e que, por lá, andava perto.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Adagiário CLXXX : Maio (5)


1. Depois da Ascenção, nem salmão nem sermão.
2. Maio frio, Junho quente, bom pão, vinho valente.
3. Quando Maio chegar, quem não arou tem de arar.
4. Uma água em Maio e três em Abril, valem por mil.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Adagiário CXXIX : Maio (4)


1. Em Maio, o rafeiro é galgo.
2. Sáveis em Maio, maleitas todo o ano.
3. Pela Ascenção, coalha a amêndoa e nasce o pinhão.
4. Viva o Maio carambola, que ele vai jogando a bola.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Chuva


Embora sucessivamente anunciada para Abril, e desmentida pelo tempo, a chuva chegou finalmente com o mês de Maio. E embora, como quase toda a gente, eu prefira o bom tempo e o sol, desta vez, surpreendente e pragmaticamente, quase a recebi com alegria. Não tivesse ela chegado, e mais dependentes ficaríamos de importações de bens alimentares e da energia, que já tem vindo de Espanha e de França. Não sei é se chegará para restabelecer, a tempo, a boa ordem nos campos e nas colheitas futuras. Oxalá!
A esta tranquilidade com que a recebi, também não deve estar alheia uma frase de Alain (1868-1951), que li há dias, e passo a traduzir: "Irritar-se porque as coisas não acompanham os nossos desejos, é um momento pueril do pensamento." Assim seja!

terça-feira, 1 de maio de 2012

Adagiário XCI : Maio (3)


1. Em Maio, as cerejas uma a uma leva o gaio.
2. A boa cepa, Maio a deita.
3. Maio pardo e ventoso, faz o ano formoso.
4. Maio pequenino, de flores enfeitadinho.

terça-feira, 31 de maio de 2011

A última noite de Maio


Os dias crescem ainda, pelo azul dentro, até à noite. As cortinas agitam-se, ao de leve. As rolas rasgam o ar, num voo firme, a não mais de um metro, uma da outra. Depois, na mesma árvore, pousam horizontalmente paralelas, e tranquilas. Mais tarde ouviu-se uma lenga-lenga curiosa, balbuciante mas repetitiva. Uma voz masculina parecia dizer: "Só quando já for noite é que regresso!" Seguiu-se um choro miúdo, desamparado. Já os pássaros mais pequenos recolhiam às árvores de folhagem mais espessa, porque estava frio. Nessa altura, o melro ainda cantava. Mas só eu fiquei na varanda, porque tinha companhia. Fui só buscar mais tabaco e rebater a bebida - a noite ainda estava uma criança. E, embora estivesse fresco, eu queria acompanhar Maio até ao fim. A noite cerrou, agora.

P.S. (tardio) para JAD: em nome do rigor e da lua, só me resta citar Simenon que, a propósito de ficção, dizia - "Sou verdadeiro, mas não sou exacto."

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Situação do Limoeiro em finais de Maio de 2011


Balanço de produção do Limoeiro, a 29 de Maio de 2011: 14 limões jovens a crescer, embora 2 deles com aspecto frágil - não sei se sobreviverão. Na foto, mantêm-se ainda dois limões da safra de 2010. Inesperadamente, houve uma floração serôdia, já este mês, no tronco do lado direito (da fotografia), que comporta 3 botões que estão protegidos e quase cobertos pelas folhas do ramo. Veremos se desenvolvem e formam fruto. Oxalá!...