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quarta-feira, 12 de abril de 2023

Os juízinhos portugueses


Os nossos inefáveis agentes de justiça (à portuguesa) vão dar início, agora, ao julgamento do caso, ocorrido na ilha da Madeira, da queda de uma árvore, em 2017, e que provocou vários mortos. São meticulosíssimos no seu trabalho estes nossos juízes e comandita...
Dentro da sua ociosidade, produtividade e profissionalismo incomparáveis, de quantos mais anos vão eles precisar para deixar prescrever o caso BES, o de Sócrates, Bava e Granadeiro e a grande maioria dos seus processos mais importantes?...

domingo, 2 de abril de 2017

As palavras do dia (26)


... Mas... "Jardineira", por favor, mil vezes não! Já agora, por que não deixaram o Aeroporto da Madeira como estava, sem precisar de acrescentos ridículos e justificados pelas razões mais saloias do mundo?

Vicente Jorge Silva, in jornal Público (2 de Abril de 2017).

segunda-feira, 31 de março de 2014

Uma louvável iniciativa (25)


Mais três pacotinhos de açúcar, desta vez, alusivos à província do Minho (no verso, com informações sobre a arte da filigrana), do Douro Litoral, com um pequeno texto sobre o Vinho do Porto. Finalmente, da Ilha da Madeira, com a receita do conhecido Bolo de Mel islenho, no verso. De que, também, deixamos a imagem.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Adagiário CLXXVI : temática asinina


1. Burro e carroceiro nunca estão de acordo.
2. Com a raiva do asno virou-se a albarda.

à memória infausta e baixa repentina de 2 assessores em Belém...

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Produtos Nacionais 11 : o Bolo de Mel madeirense


Não se deve cortar com faca, mas escadraçar - foi o que me aconselharam, a primeira vez que o comi, já lá vão uns trinta anos, ou mais. Seja como for, o Bolo de Mel madeirense, para mim, é delicioso.
Tem farinha de trigo, mel de cana, sultanas, amêndoas, Vinho da Madeira, especiarias e um sabor islenho-atlântico muito característico. E bom. Pode acompanhar, muito bem, com uma pequena chávena de café quente.

um afectuoso agradecimento a H. N..

terça-feira, 19 de março de 2013

Cuidado com os ilhéus!


Referia eu, há dias, em título de poste (8/3/13), "Tamanho não é problema", esquecendo-me em absoluto de algumas pequenas ilhas cujo poder virtual ultrapassa largamente a sua pequenez territorial. Bastará referir Cuba e a Madeira que tantas dores de cabeça deram aos Estados Unidos e Portugal, para se perceber o que quero dizer. Pois agora foi a vez de Chipre, uma espécie de jangada bancária do Mediterrâneo que, mercê de uma ínfima taxação nos depósitos bancários, fez atrair ao seu pequeno território grandes fortunas russas e britânicas. Pois os senhores da Rússia e o sr. Cameron não devem ter dormido bem, esta noite.
O Parlamento cipriota prepara-se para votar e agravar (ou não), hoje, legislação que poderá fazer aumentar brutalmente os impostos sobre estes depósitos milionários. Até o sr. Schäuble tem andado nervoso, na sua confortável cadeira de rodas alemã. Ora, vejam só, como uma pequena ilha e os seus ilhéus endiabrados podem incomodar os seus gigantescos vizinhos!...
Ainda bem que as Berlengas não são uma off-shore e o seu faroleiro residente é um homem pacato e não tem poderes legislativos!... Já nos basta o sr. Jardim da Madeira, para nos incomodar e tirar o sono continental.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Insularidade


Entre insularidade, periferia e marginalidade há, evidentemente, diferenças etimológicas e filosóficas de tomo. E a considerar e aduzir, com precaução, minúcia e justo equilíbrio.
Em relação à Madeira e aos Açores costuma falar-se de: os custos da insularidade. No meio disto, hoje, o ex-banqueiro Jardim Gonçalves quebrou o seu silêncio opusdeusiano e deu uma entrevista a um jornal continental.
Inesperadamente, dei-me conta, através de uma associação intima, de ligar três nomes de notáveis mediáticos: Alberto João Jardim, Joe Berardo e Jardim Gonçalves, todos ilhéus e madeirenses, ainda vivos.
Valha-nos S. Herberto Helder! E, quanto aos Açores, o Santo Antero ou Nemésio. Viva a poesia! (Insular). 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

A patroa e o capataz da quinta


Não bastavam as críticas à Madeira (é certo que com alguma razão real, mas nenhuma autoridade, nem direito), numa ingerência abusiva da dona Merkel, logo o capataz Schulz (literalmente, poder-se-ia traduzir o nome por "meirinho"), presidente do Parlamento Europeu, alemão também, despropositadamente num colóquio, veio prognosticar o declínio de Portugal, justificando-o com os contactos havidos, pelo nosso PM, em Angola. Invejas, no fundo...
O que eles não referem é que na sua própria Federação, alguns estados não estão nada bem de finanças. Na länder de Bremen, por exemplo, uma família de 4 pessoas tem uma dívida (113.000 euros) pouco menor que, em média, um mesmo agregado familiar grego (116.000 euros) - são dados do Die Zeit de Dezembro de 2011, citados pelo Le Monde de 3/2/2012. E, em Berlim, uma mesma família está endividada em 73.000 euros. Por isso, talvez fosse mais apropriado a patroa e o capataz da quinta europeia fazerem os sermões dentro de casa...

domingo, 9 de outubro de 2011

Da mediocridade de muitos jornalistas e políticos, até um actor notável


No meu espírito, e para se compreender, a sequência de associações mentais foi esta: da enormidade ignorante do "DN" passei a Dennis Potter que apontou a dedo os malefícios dos media e os seus subservientes empregados; daqui cheguei a "Cold Lazarus" com esse magnífico actor que é Albert Finney.
De Albert Finney cheguei a Winston Churchill que pertencia a uma família de políticos de grande qualidade, que se extingiu por completo. Hoje, na política, o que abunda é a mediocridade, representada por carreiristas que se formaram nos aviários de conveniência dos partidos. Os resultados são bem visíveis, infelizmente, para nosso mal e de todos os cidadãos. E ainda não chegamos à Madeira...

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Filatelia XVI : Precursores


Chamam-se "Precursores" aos selos clássicos portugueses do Continente que tiveram curso nas Ilhas Adjacentes (Açores e Madeira), antes das ilhas terem selos próprios. O que só aconteceu a 1 de Janeiro de 1868, com a emissão de D. Luís, fita direita, não denteada, e a aposição, sobre selos do Continente, das sobrecargas: Açores ou Madeira. De 1853 a 1867, os precursores podem identificar-se, do ponto de vista da sua origem, apenas através dos carimbos numéricos que foram batidos sobre os selos. Respectivamente, assim:
48 - Angra do Heroísmo (Açores);
49 - Horta (Açores);
50 - Ponta Delgada (Açores);
51 - Funchal (Ilha da Madeira).
Em imagem, alguns percursores das emissões de D. Maria II, D. Pedro V e D. Luís.