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quinta-feira, 30 de maio de 2019

Alguns sublinhados


O jornal Le Monde, de 24/5/2019, traz uma recensão crítica de Roger-Pol Droit ao recente livro Vulgarité et Modernité, de Bertrand Buffon (1969). O tema da obra é pertinente e já o tenho abordado aqui no Arpose, nomeadamente, num poste sobre um pindérico cartaz de propaganda, do MNAA, ainda há pouco tempo.
Esta tentativa paternalista de alargar ao populacho a cultura, rebaixando-a, em vez de o tentar elevar pedagogicamente pela criação de gosto e sentido crítico, está, infelizmente, na ordem dos nossos dias, promovida por muitos agentes culturais e até mesmo por instituições, que já foram de prestígio...

Evitando tecer considerações subjectivas sobre este tema, limitar-me-ei a citar, traduzindo, alguns sublinhados da recensão acima referida, com a respectiva autoria:

A vulgaridade invadiu o espaço público - Bertrand Buffon.
Uma simplicidade nobre (Madame de Staël), referindo-se às relações entre cidadãos.
O mais provável é portanto que a hipermodernidade persista na hipervulgaridade - Roger-Pol Droit.


os melhores agradecimentos a H. N..

terça-feira, 6 de abril de 2010

Salão de Recusados XIII : Triálogo literário



1. " O amor é apenas um episódio na vida de um homem, mas é toda a história na vida de uma mulher."

Madame de Staël (1766-1817).


2. "But I love you, sir:
And when a woman says she loves a man,
The man must hear her, though he loves her not."

Elizabeth Barret Browning (1806-1861), in " Aurora Leigh".


3. " Os homens querem ser sempre o primeiro amor de uma mulher. Nós mulheres temos um instinto mais subtil acerca das coisas. O que nós queremos ser é o último amor de um homem."

Oscar Wilde (1854-1900), in "A Woman of no Importance".