Os apelos à concórdia nacional surgem, como todos já perceberam, quando o "professor de Belém" e o "menino de S. Bento" andam aflitos. Infelizmente, no "serrim" das suas cabeças não se encontra grão que possa vingar. E o "menino do Rato", qual Max e Moritz, não quer brincar com o "menino de S. Bento", porque são muito semelhantes nas suas travessuras.
Ora, quando o PM, passados quase dois anos e meio de "des"governo, "duvida que Portugal regresse aos mercados com os juros da dívida - outra vez - nos 7%", o povo quer saber onde está o colchão - e a quem pertence - que guarda, por debaixo, tanto dinheiro tirado aos necessitados.
Os outros, ainda construíram estradas para passearmos e olharmos para os novos "moinhos de vento" no Oeste. Agora, com o país parado, sem perspectivas nem estratégia, pergunta-se por onde andam tantos milhões.
Post de HMJ