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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024

Convergências



Só há bem pouco tempo soube que a célebre obra musical Pinturas de uma Exposição, do compositor russo Modest Mussorgsky (1839-1881), executada entre 2 e 22 de Junho de 1874, fora inspirada por uma mostra do seu amigo arquitecto e pintor Viktor Hartmann (1834-1873), numa galeria de arte.




A peça musical, que era inicialmente para piano, veio a ser adaptada a orquestra por Maurice Ravel, em 1922, e tem cerca de 10 movimentos, entre eles: Promenade, Tulherías, Catacumbas, Portão de Bogatyr (Kiev), Mercado de Limoges (este último registado acima), entre outros.
Já  muito mais tarde, Michael Jackson acabou por incorporar no final, da canção Can you Feel it (1980),  de The Jacksons, os sons essenciais do movimento que constava do Grande Portão de Kiev.
Contagioso e viral...

sexta-feira, 23 de março de 2018

Ravel / Fray

Ponha-se de lado uma certa pose excessiva e juvenil do novel pianista, e as coisas quase ficam perfeitas...

sábado, 16 de setembro de 2017

Maurice Ravel / Louis Lortie

 à memória de João Mattos e Silva (11/9/1944 - 16/9/2017), que apreciava esta obra de Ravel.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

quinta-feira, 20 de abril de 2017

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Pequena história (41)


É um factor dissonante, talvez de um ponto de vista um pouco preconceituoso, mas a desproporção de alturas em casais, que vemos, causa sempre alguma perplexidade, sobretudo quando a mulher é mais alta. O caso recente de Sarkozy e Carla Bruni, por exemplo. Mas, por cá e em tempos mais antigos, era também visível a diferença de alturas entre o rei D. Carlos e a rainha D. Amélia, mulher excepcionalmente alta, para a época.
Um equilíbrio notável, em proporção, era o que existia entre  Pedro de Freitas Branco (1896-1963) e a sua esposa, a pianista de origem francesa Marie-Antoinette Lévêsque (1903-1986): eram ambos muito altos. O maestro português media 2 metros, e a mulher atingia 1m99. Por graça, quem os via, na rua, costumava dizer: "Lá vão as duas antenas da Emissora Nacional!..."


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Música em viagem


Com agradecimentos cordiais a C. S. .

quarta-feira, 22 de junho de 2011

A força da música


É sabido, de quem já teve ou criou canários, que a melhor forma de os pôr a cantar é fazendo deslizar uma rolha, ligeiramente humedecida, verticalmente, pela superfície de uma garrafa de vidro. Os silvos agudos produzidos motivam a ave a também ensaiar os seus trinados. Lembrei-me disto ao ler, de George Steiner ("Os livros que não escrevi"), a descrição das reacções do seu cão, "Ben", à música: "...O seu gosto musical é selectivo. Ladra aos metais e emite um longo uivo no início do Bolero de Ravel. Haydn sossega-o, o mesmo se diga de todos os compositores barrocos."
Pessoalmente, conheci um bébé que, ao ouvir Beethoven, agitava os pés, incansavelmente, naquilo que eu considerava uma manifestação de alegria, ou excitação positiva. Mas também soube de outra criança que, ainda antes de falar, ao ouvir cantar o "Parabéns a você", começava a fazer beicinho, e quase chorava. Música e sensibilidades...

Nota pessoal: por razões exteriores à minha vontade, ou por malfeitoria alheia (!?), desde a manhã de hoje que não consigo adicionar imagens aos postes do Arpose. Ou então é o Alzheimer do Google que continua a avançar.

Obsv.: só consegui colocar a imagem da harpa do séc. XVIII no dia 23/6/11.

domingo, 7 de março de 2010

Triplo Aniversário






A 7 de Março de 1872, nasceu o pintor holandês Piet Mondrian (1872-1944).


A 7 de Março de 1875, veio ao mundo o compositor Maurice Ravel (1875-1937).


Feliz Aniversário, MR!