quarta-feira, 12 de novembro de 2025
Divagações 211
quinta-feira, 31 de outubro de 2024
Excelências
domingo, 13 de fevereiro de 2022
Eugeniana mínima (7)
sábado, 26 de dezembro de 2020
Divagações 166
Numa das suas últimas entrevistas, reproduzida no JL especial editado aquando da sua desaparição do mundo dos vivos, Eduardo Lourenço (1923-2020), a propósito da morte, falava de números. Lembrei-me que, durante a guerra colonial (1961-1974), nos jornais portugueses e em local pouco destacado, quase diariamente, aparecia o número das baixas humanas, nos vários teatros de guerra. Em média era o número 3. Curiosamente, como agora com a pandemia, é um algarismo anónimo, embora muito maior, e descriminado por diversas alíneas, que aparece, quotidiano...
O terrorista é agora o Covid-19, inimigo oculto e anónimo também, mas que parece ter uma personalidade própria, agressiva e letal. E que não conseguimos perceber se luta para ele próprio conseguir sobreviver ou se apenas pretende ceifar e ceifar, indiscriminadamente, apenas para destruir, cada vez mais, em números indiferentes e arrasadores, os seres humanos. Numa contabilidade impiedosa e cega. Mesmo que o nosso não fosse um tempo em que a economia predomina e submerge tudo, também assim a palavra cada vez perde mais espaço. Cedendo o lugar aos números.
terça-feira, 19 de novembro de 2019
Divagações 155
domingo, 18 de agosto de 2019
Curiosidades 76
terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
Relógios biológicos?
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Não, não é uma citação no sentido clássico...
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Adagiário CXXVII
2. Entre morte e casamento cessa arrendamento.
3. O fim louva a vida, e a noite: o dia.