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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024

Convergências



Só há bem pouco tempo soube que a célebre obra musical Pinturas de uma Exposição, do compositor russo Modest Mussorgsky (1839-1881), executada entre 2 e 22 de Junho de 1874, fora inspirada por uma mostra do seu amigo arquitecto e pintor Viktor Hartmann (1834-1873), numa galeria de arte.




A peça musical, que era inicialmente para piano, veio a ser adaptada a orquestra por Maurice Ravel, em 1922, e tem cerca de 10 movimentos, entre eles: Promenade, Tulherías, Catacumbas, Portão de Bogatyr (Kiev), Mercado de Limoges (este último registado acima), entre outros.
Já  muito mais tarde, Michael Jackson acabou por incorporar no final, da canção Can you Feel it (1980),  de The Jacksons, os sons essenciais do movimento que constava do Grande Portão de Kiev.
Contagioso e viral...

sexta-feira, 15 de abril de 2022

Um CD por mês (28)



O meu primeiro contacto com gravações de música clássica de compositores russos terá sido, certamente, através de 2 singles comprados por volta de 1958. Da Telefunken, era a abertura da "1812", de Tchaikovsky (1840-1893), da Decca, um pequeno excerto das "Danças Polovtesianas do Príncipe Igor", compostas por Alexander Borodin (1833-1887).



Vieram depois, e por esta ordem, Mussorgsky ("Quadros de uma Exposição"), Prokoviev ("Cantata de Alexandre Nevsky", que Pasolini viria a usar no Evangelho segundo S. Mateus), Stravinsky e Shostakovich. Por último, e através das boas gravações que acompanhavam a BBC Music, me chegou aos ouvidos a música de Rachmaninov (1873-1943). De que aqui deixo um pequeno excerto coral de Vespers (obra musical estreada em 1915), atendendo à época pascal que atravessamos.




terça-feira, 12 de setembro de 2017

sexta-feira, 26 de junho de 2015

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Modest Mussorgsky (1839-1881)


Regressos


Por lá andava, também, um rosto esbatido de Ilda David, que se não vendera no último leilão. E uns esquissos muito lineares e elegantes de Siza Vieira, numa outra sala, mas eu viera por causa de Pedro Chorão, que parecia ter regressado aos azúis, embora mais carregados. Mas havia também, por ali, areias da Índia, algumas manchas muito cruas - que a vida sempre as deixa. Impressas na memória. Ou seus indícios de "conchas, pedrinhas, pedacinhos de ossos", como diria Camilo Pessanha, que também cruzou os mares. Havia ali um regresso.
Quando nós regressamos, o Largo atravessou-nos com um vento gelado. Mas eu já trazia comigo os sinos de Kiev, os sons fortes e arrebatados de Mussorgsky, que me ajudaram a lutar contra o frio. E o azul carregado da noite começada prolongou, apenas, o anil escuro das telas do Pintor.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Para um Amigo

Boa viagem!, por entre o branco, o cinzento e o azul.

sábado, 3 de julho de 2010

Favoritos XXVII : Mussorgsky

De Modest Petrovich Mussorgsky (1839-1881), de "Quadros de uma Exposição", a parte final intitulada : "O Grande Portão de Kiev".