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sábado, 24 de janeiro de 2026

Perguntar, não ofende (10)

 

E a Itália? A Irlanda, a Grã-Bretanha e Cuba? E a Austrália e o Japão?
Chega?

sábado, 8 de março de 2025

Protótipo exemplar do nosso nacional-porreirismo

 

Tudo é igual a tudo, para este jovem...

sábado, 8 de fevereiro de 2025

Divagações 202



O nacional-porreirista mor do nosso reino (vulgo MEC) escreve hoje no Fugas, do jornal Público, que chorou por uma garoupa - triste e patético. Vê-se mesmo que nunca provou, na sua vida redonda e oportunista de plumitivo chocho, um bom rodovalho grelhado.
Mas compreendo. Todo o ser humano se esgota, todo o cronista acaba por se repetir. A imaginação tem limites. De tanto escrever, o MEC já chegou, há muito, ao fim do seu prazo de validade. Pelo menos, desde a altura em que fez a remake do romance da coxinha (telenovela radiofónica antiga), a propósito das maleitas da sua cara metade. O gorducho incontinente devia ter aprendido a parar com as suas banalidades pindéricas e já insuportáveis de infantilidade crónica.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Cromos : os bons portugueses


Três vezes por semana (sexta, sábado e domingo), no meu jornal diário, tenho a oportunidade de me cruzar com os dois casos típicos e extremos do bom português. Um, que é representante do nacional porreirismo, mas fala quase sempre de casos estrangeiros ou então da sua aldeia e arredores (Colares); o outro é o protótipo do nacional pessimismo, debita amarguras como quem chora. Pena não se poder arranjar uma barriga de aluguer, para cruzar estes dois espécimes. Talvez, nove meses depois, viesse um português perfeito: sólido, lúcido, equilibrado.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

A má língua nacional


Numa roda de amigos, aqui há uns meses atrás, dois arrivistas, que eu não conhecia, se nos juntaram, à mesa de um café do Chiado. Eram ambos amigos de um amigo meu, ali presente. Um deles, apercebi-me logo, era da esquerda baixa (não sei se me faço entender?!). Começou logo a disparar contra o "Mad português" (palavras dele), ou o MEC (sigla portuguesa por que é conhecido), colunista diário do jornal Público e "pai-proveta" do saudoso Independente, que ajudou a deitar abaixo os cavaquinhos. Dizia, vociferante, o arrivista, que o MEC era um gordo bestunto, um salivoso, que tinha orelhas de abanador, o protótipo do eterno menino frívolo que só falava de frioleiras estrangeiras. Que não via a realidade nacional (aqui, foi das poucas coisas em que estive de acordo com o linguarudo maldizente). E que, ainda para mais, frisava o cabelo...
Mas não se ficou por ali, recomeçou nos dislates. Excessivos: que o MEC era um falso gago e que só gaguejava para chamar a atenção, que era monárquico porque era uma forma de disfarçar o seu racismo e xenofobia, e que o "diário" dele no Público era pior que o romance "da coxinha" nos folhetins radiofónicos, no "tempo da velha senhora".
Aí, tive pena do MEC, até porque ele escreve bem, chama-nos a atenção para a melhor gastronomia nacional e o leio com agrado, muitas vezes. Felizmente, o arrivista desamparou-nos a mesa, pouco depois. E deve ter ido semear o veneno para outra freguesia...