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quarta-feira, 6 de abril de 2022

Pinacoteca Pessoal 183

 

Eu creio que nunca tinha dado por ele, melhor dizendo, pela sua obra, não fora uma chamada de atenção, num livro que estive a ler, para uma sua tela A Blusa Azul, existente no MNAC. É de Adriano Sousa Lopes (1879-1944) que falo, um pintor estimado, mas pouco referido, que eu me lembre.



A sua aproximação ao impressionismo resultou, provavelmente, da estadia em Paris, através de uma Bolsa de Estudo, que recebeu. Viagens a Itália completaram, de alguma maneira, a sua formação artística. Algum pendor para o simbolismo, nota-se também em algumas das suas pinturas. 




Ainda na juventude participou, a partir de 1917, e deu testemunho da I Grande Guerra através de muitos esboços e pinturas alusivas às acções bélicas em solo francês. Mais tarde veio a dirigir o MNAC. E a sua obra adoptou um cariz mais conservador, privilegiando sobretudo temas históricos.

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

E não havia dinheiro para os projectores...


Até parece que, premonitoriamente, no dia 23/3/20, reflecti o nome (Dissonâncias) num poste, com o mesmo título, mas outras razões, com que iria ser crismada uma próxima exposição no Museu do Chiado (MNAC).
Só que o jornal Público informa, hoje, que a Mostra já não vai abrir por haver falta de verba para os projectores, a fim de iluminar os objectos culturais a expor.
Provavelmente a ministra da Cultura gastou, do seu exíguo orçamento, muito dinheiro em dispensáveis drinks de fim de tarde. E agora falta-lhe dinheiro para a luz...

domingo, 27 de janeiro de 2019

No MNAC, pela manhã dominical



Batem as 10, no "sino da minha aldeia" que foi de Pessoa, ali pelo largo do S. Carlos, por onde o Sol foge à responsabilidade de ser dia, no céu desta manhã dominical ainda pardacenta. E a rua está quase quieta acompanhando de perto as margens do silêncio. Somos dos primeiros a entrar no MNAC.
Para os seus anos de vida, Carlos Relvas (1838-1894) trabalhou imenso, em fotografia. O acervo que o Museu, da rua Serpa Pinto, expõe, é amplamente significativo e documenta, de forma eloquente a sua obra, que cobre uma boa parte do século XIX português. A exposição temporária foi muito bem concebida.
A paisagem, só por si e erma de figuras humanas, apenas pela cor esbatida e pátina do tempo pode denunciar uma época, porque é eternamente semelhante - não tem modas, nem a volubilidade dos adereços que se vão alterando com os anos. As paisagens de Relvas quase podiam ser de hoje...

Não posso dizer o mesmo das pinturas de António Carneiro (1872-1930), nem dos quadros de Marques de Oliveira (1853-1927), que denunciam, pelos ademanes e indumentárias das suas personagens, o tempo em que foram feitas.
Ficaram-me na memória três tabuínhas de Pousão (1859-1884) tão encantadoras como as que há no  Museu Soares dos Reis, do Porto. Até me apetecia roubá-las. E trazê-las comigo...
O MNAC está melhor, desde a última vez que lá fui, mas a iluminação é deficiente e desleixada. E a representação artística, de pintura e escultura portuguesa, a partir dos anos 70 do século XX, deixa muito a desejar, pela pobreza do acervo. Há que ir, para complemento, ao C. A. M., da Gulbenkian... 

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Exposição no MNAC (2)


Em partilha, um bocadinho do que vi hoje, ao fim da tarde...

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Exposição no M. N. A. C.


No Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC), em Lisboa, decorrerá, a partir de 22/11/2018, uma exposição de Miguel Soares (1970). Estará patente ao público até 24/2/2019.