Desde cedo que a Suíça se apercebeu que os seus selos de correio poderiam ser uma óptima fonte de receita para os seus orçamentos, especializando-se, por isso, os seus serviços postais em temáticas (flora, fauna...) que atraissem o interesse de filatelistas nacionais, mas também estrangeiros.
A qualidade profissional da empresa helvética Courvoisier SA, que chegou a trabalhar para os CTT portugueses (séries heliogravadas do Presidente Carmona, 1945, da 2ª emissão de Costumes Portugueses, 1947, e Dinastia de Aviz, 1949) também contribuiu para o prestígio dos selos suiços e sua divulgação no mercado filatélico.
Logo, outros pequenos países com menores capacidades financeiras, dando conta do sucesso, lhe seguiram o exemplo produzindo séries filatélicas que foram fidelizando coleccionadores a comprarem-lhe as tarjetas postais para os seus acervos. Destacaria, por exemplo, Mónaco, Vaticano, e S. Marino que deixo em imagem comprovativa, na imagem superior.