Houve tempo em que, de jornais perecíveis e fugazes, muito diversos, eu recortava e guardava aquilo que me dizia alguma coisa ou de que gostava. Isto, sobretudo, nos idos de 60 e 70, principalmente.
Na altura, e da página literária do Diário de Notícias, gostei deste poema de Couto Viana (1923-2010), bom declamador e estimável poeta, que era acompanhado por um desenho de Mário de Oliveira.
Hoje à tarde, reencontrei o recorte, semi-perdido, por entre as páginas de um estudo sobre Fernando Pessoa. E aqui o deixo, para que se não perca, de vez.
É só clicar, por cima, para aumentar. E ler.
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