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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Pequena história (17) : a múmia


Diz-se que, quem conta um conto, acrescenta um ponto, mas eu vou procurar ser sucinto e ater-me à realidade que, já em si, é ficção.
As temáticas sobre a "maldição da múmia" tiveram origem na Inglaterra, o que não admira, pela quantidade destes objectos (?) egípcios que se encontram no Museu Britânico. Ora, na sala onde elas se perfilam, ao alto, do lado direito e esquerdo, dizem que uma delas, em determinada hora do dia, pela incidência da luz solar, parecia desaparecer do olhar do visitante do museu, para voltar a surgir, alguns segundos depois. E quem presenciava este desaparecimento "sobrenatural", pouco tempo depois do facto, vinha a morrer. Por isso, os familiares dos falecidos começaram a queixar-se à direcção do Museu Britânico que, devido a tantas reclamações, decidiu tirar a referida múmia da vitrine e mandá-la arrumar no depósito. O problema é que, passados uns meses, o guarda do depósito morreu, inesperadamente.
E a saga continua.
Por precaução e para quebrar o enguiço, o Museu Britânico resolveu oferecer a dita múmia a um museu norte-americano. E qual foi o meio de transporte escolhido? O transatlântico "Titanic"...
E prossegue o acrescento da lenda, com novas ramificações.
A versão continuada refere que o homem encarregado do acompanhamento da múmia, através de suborno, conseguiu salvar a múmia, fazendo-a embarcar num dos botes salva-vidas dos sobreviventes e, desta maneira, o objecto funerário chegou ao museu americano. Mas, aí, também começaram a morrer visitantes e empregados do museu, subitamente, e a direcção, preocupada, devolveu a múmia ao Museu Britânico. E qual foi o meio de transporte utilizado? O paquete "Lusitânia"...
Como dizem os italianos: "se non è vero è ben trovato".
Esta e outras histórias poderão ser lidas em "The Mummy's Curse", de Roger Luckhurst, editado pela Oxford University Press.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

O afundamento do Lusitânia

O transatlântico "Lusitânia", da Cunard Line, foi afundado, a 7 de Maio de 1915, por um torpedo lançado de um submarino alemão, ao largo da Escócia. Os passageiros civis (cerca de 1.100) foram, na prática, usados para dissimular o transporte de armas que o navio trazia (balas Remington, explosivos, etc.) para a Grã-Bretanha. No naufrágio morreram cerca de 600 passageiros. O facto apressou a entrada dos Estados Unidos na I Grande Guerra, ao lado da Inglaterra.

O pequeno vídeo que acompanha este "post", da autoria de Winsor Mccay, feito em 1918, é um dos primeiros, se não o primeiro documentário/reconstituição, em desenho animado, de um acontecimento real.

Foi-me dado a conhecer pelo Miguel, a quem agradeço.