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domingo, 6 de outubro de 2013

Humor político


"...Luís Filipe Menezes foi dar os porcos aos bairros sociais, mas os bairros sociais votaram Rui Moreira. E comeram o porco..."

J. Pacheco Pereira, em entrevista ao jornal Público, hoje.

sábado, 29 de junho de 2013

Os dialectos da Justiça (à portuguesa), a sobrevivência dos dinossauros, a "vaca sagrada" e o Alqueva


Era recorrente, até aqui há alguns anos atrás, a aparição, em notícias televisivas, de imagens de uma vaca morta num campo alentejano (cá em casa, até lhe chamavamos a "vaca sagrada"), sempre que havia seca em Portugal. Como também, enquanto se não construiu a Barragem, quando os telejornais falavam do Alqueva, mostravam frequentemente o graffiti, em imagem, que algum alentejano mais impaciente imprimiu na parede da obra inacabada. Demonstração reforçada da grande imaginação jornalística lusa...
Hoje, a Justiça (à portuguesa) mais uma vez me surpreendeu, com as suas virtualidades caprichosas e idiossincráticas, que o homem comum, habituado ao "pão pão, queijo queijo" da realidade, dificilmente poderá compreender. Pois, em relação ao recurso, interposto por Luis Filipe Menezes, para poder concorrer à Câmara do Porto - esgotados que foram os seus mandatos em Gaia -, o Tribunal  Constitucional decidiu pela negativa. O homem não pode concorrer ao Porto. Mas, em contrapartida e entretanto, o Tribunal Cível de Lisboa, indirectamente, sancionou de forma positiva a possibilidade de Fernando Seara poder concorrer à Câmara de Lisboa, podendo assim sobreviver jurassicamente, depois de ter esgotado os mandatos na autarquia de Sintra.
Apetece dizer, glosando o impaciente alentejano do Alqueva:
"Senhores Juízes entendam-se, por...!"

domingo, 16 de junho de 2013

Ironias


Das últimas 100 visitas ao Arpose, 31 eram originárias do Google (Mountain View), que gastou nisto mais de 2 horas. O cego, mas vigilante irmanzão viu, registou, absorveu desde a mais útil receita para uma compota de pêssego ao dito espirituoso mais inocente, do poema mais lírico à frase mais assassina, da foto singular ao menos clássico quadro de pintor desconhecido. Das reticências à pequenina vírgula - é, realmente, um obsessivo, voraz e autêntico peixe-limpa-fundos!
Mas, entretanto, quando eu abro o computador, por baixo do rectângulo onde devo introduzir o nome do blogue para aceder ao Arpose, vem este singular slogan: "Security and privacy are not optional. Stand with a broad coalition to demand that the NSA stop watching us: stop watching.us." Isto, depois que Edward Snowden deu com a língua nos dentes...
Já parece o Luis Filipe Menezes, que baniu a sigla do seu partido (PSD) de todos os outdoors, encartes de propaganda e folhetos que publicitam a sua candidatura à Câmara do Porto. São uns cómicos...
 Mas isto já vem de longe, na natureza hipócrita e humana: já Pedro tinha renegado Cristo, por três vezes, antes que o galo cantasse. Diz a Bíblia.