É um dos meus Dão (tinto) de referência. Pese embora, raramente, ser lotado com Jaen, mesmo nos tempos em que Luís Costa pontificava nas Caves S. João. A colheita de 2011, hoje provada (atenção ao pé!), regista: Touriga Nacional (45%), Tinta Roriz (35%) e Alfrocheiro (20%). O lado rústico, genuíno e duro (nos primeiros anos) do Porta dos Cavaleiros aconselha-o para um bom Cozido à Portuguesa, pelo Inverno, mas também para uma Favada caprichada com todos, por Abril ou Maio. Tirando a colheita de 2000 - para esquecer - e talvez porque marcou a passagem de gerações, a marca é uma garantia de qualidade, bem como de preço equilibrado e justo, que as Caves S. João sempre praticam. Nos seus 13,5º, já amaciados pelos 4 anos bem passados, o Dão tinto de 2011, recomenda-se e até me parece melhor do que a colheita de 2010, que muito frequentei. Aquele, fez uma óptima companhia ao almoço dominical, hoje - um Cozido à Portuguesa, e à maneira. E ainda prestou relevantes serviços, no final, acasalando, harmoniosamente, com o queijo, à sobremesa.
Nota: por uma questão de rigor, devo informar que a foto, que acompanha o poste, foi colhida do site da empresa em questão (Caves S. João). Se já provei, há muito, a colheita de 1974, ainda não experimentei a de 2012.
Nota: por uma questão de rigor, devo informar que a foto, que acompanha o poste, foi colhida do site da empresa em questão (Caves S. João). Se já provei, há muito, a colheita de 1974, ainda não experimentei a de 2012.