quarta-feira, 11 de março de 2026
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
Filatelia CLIII
segunda-feira, 6 de outubro de 2025
Da leitura 63
terça-feira, 9 de setembro de 2025
Retratos (36)
quinta-feira, 4 de setembro de 2025
Perguntar, não ofende (7)
Fiquei banzado, mas será verdade?
Disseram-me que a proliferação enorme de tuk tuks, em Lisboa, se deve ao facto, de dois dos importadores destas geringonças orientais, pobretes e inseguras, serem também vereadores do Moedas pantomineiro.
domingo, 20 de julho de 2025
Toponímia
quarta-feira, 1 de janeiro de 2025
segunda-feira, 16 de dezembro de 2024
Inflação
domingo, 24 de novembro de 2024
Passou-me pelas mãos...
... e era um livro bem bonito, com texto interessante. E com abundante iconografia lisboeta, de bons artistas.
sexta-feira, 23 de agosto de 2024
Registos
quinta-feira, 13 de junho de 2024
Um quadro
segunda-feira, 29 de abril de 2024
Toponímia e proporção
segunda-feira, 4 de março de 2024
Olisipografia
É vastíssima a temática sobre Lisboa, sob amplas perspectivas. E vem de longe, talvez anterior a Francisco de Holanda (1517-1585) com a sua Da Fabrica que falece à cidade de Lisboa (1571). Júlio de Castilho, Norberto Araújo e Pastor de Macedo são alguns destacados olisipógrafos. Marina Tavares Dias (1962), uma das mais recentes. Esta colecção, de que se apresentam duas imagens, acima, aborda as freguesias de Lisboa e o programa prometia abranger 53. De forma sucinta, em livrinhos quase de bolso e que permitiam guiar os viandantes de forma útil em passeios informados, a obra data dos anos 90 e teve a colaboração da Sociedade de Geografia de Lisboa.
sábado, 10 de fevereiro de 2024
Uma louvável iniciativa 65
sábado, 23 de dezembro de 2023
Ideias fixas 83
quarta-feira, 27 de setembro de 2023
quarta-feira, 20 de setembro de 2023
Apontamento 157: A receita Cristas para desfigurar o centro de Lisboa avança a bom ritmo
Ora, a experiência de vivência durante
décadas autoriza-nos a relatos fidedignos, designadamente da desfiguração
COMPLETA da zona do Chiado pela receita Cristas.
Já tínhamos perdidos os nossos
lugares de cultura, alfarrabistas e livreiros, para nos acercar, por completo,
até nos abastecimentos diários de víveres.
Para além de uma loja Superfrutas,
que nos abastece de leite, iogurtes, fiambres, frutas e legumes, tínhamos, ao
lado, um talho, honesto e bem apetrechado. Com clientela até de pessoas
remediadas do Bairro Alto.
FECHOU !
O aumento da renda seria
para cima dos 1000,00 euros, informação que recolhemos junto de fonte fidedigna.
Agora, o espaço tem mais uma
destas lojas de bugigangas para turistas chungas, contribuindo para a completa descaracterização do
Centro de Lisboa.
Certamente, no antigo lugar do fundo da loja,
reservado aos frigoríficos, se acomodam as tais camas de 350,00/cama. Só pode !
Uma loja de bugigangas a suportar uma renda acima de 1000,00 que um talho não
podia suportar !
Onde anda a fiscalização
camarária, da Senhora Vereadora toda abespinhada em tantos espaços não
controlados !
Ficamos, pois, sem mais um espaço
essencial para a nossa vivência no Centro da Cidade.
De facto, qualquer dia nem vale a
pena sair de casa, porque não há nem pão, nem leite.
Com um obrigado às benesses
cristas, que nos reduziram, simplesmente ao osso, sem nenhuma alternativa num
raio aceitável de deslocação pedonal.
Belo serviço de cidadania !
Post de HMJ