A mão esquerda, menos trabalhadeira, por norma, que a direita, é mais maneirinha e cabe quase sempre à vontade pelo punho da manga abotoada da camisa. A direita, raramente.
Para estudar as linhas da vida, é a esquerda que faz fé, a mais natural. A mão direita sofreu os tratos de polé dos trabalhos e exercícios do tempo, apresentando vincos, rugas e linhas desses manuseios, na pele.