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sábado, 31 de outubro de 2015

A colheita da manhã


Há muito que eu não via (pelo menos desde o tempo da saudosa Livraria Barateira) um estendal tão numeroso de livros policiais, usados, à venda. Principalmente, das colecções XIS e Vampiro. Foi na feira dos Sábados, na rua Anchieta. Uma banca enorme e coalhada de policiais, a bom preço. Acerquei-me, saquei da minha lista de faltas e comecei a confrontar títulos, autores e números: vieram 10. António Nobre e Borges vieram, também, para completar a dúzia. 


terça-feira, 22 de maio de 2012

Em vias de extinção?


A concentração massificada ou desaparecimento, recente, de casas Editoras, parece agora tomar conta das livrarias e alfarrabistas, como fenómeno mortal dos tempos que correm.
A abertura já muito episódica da Biblarte, o fecho da Livraria Camões e agora ( há uma semana ou duas semanas) da Livraria Barateira, na Rua Nova da Trindade, pressagiam o pior.
Embora privilegiasse o livro dito normal, usado, a Barateira tinha fundos consideráveis, compostos por obras do séc. XX. Era quase centenária, pois abriu em 1914, e tinha imensos livros policiais, alguns bem raros que já não se encontravam em mais lado nenhum. Grande parte da minha colecção Vampiro, foi-se completando com exemplares lá comprados. Bem como vários Simenon, em francês, dos anos 40, 50, 60... Os preços eram justos e módicos.
Mas os tempos não lhe fizeram justiça. É uma pena.