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sábado, 12 de novembro de 2022

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Mistérios...


Sentimo-nos honrados.
Eram 8h01, de hoje, quando o Arpose recebeu a visita inesperada do U. S. Department of Defense Education Activity Europe (Dodea), que prontamente se dirigiu ao poste Comic Relief (11) : Little Britain, de 28 de Setembro de 2010.
Nele aparece, qual "bisonte lendário" (António Gedeão dixit), um tal Boris, travestido de babysitter, assustador, que vem tomar conta de uma criancinha inglesa, enquanto os pais estiverem fora.
Em tempos de consulado do ogre norte-americano, francamente, já nada me admira...
Este departamento estadual norte-americano, que supervisiona a educação dos marcanozinhos, filhos de militares em serviço no estrangeiro, deve ser uma maravilha, do ponto de vista pedagógico.


sexta-feira, 2 de junho de 2017

Comic Relief (136)

Little Britain, mas passado em Portugal.
(Lamento desapontar os curiosos, mas o nosso ex-PM Barroso não entra neste episódio...)

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Comic Relief (33) : Vicky Pollard (Little Britain)

A evitar, absolutamente (1) : "A louca da casa" de Rosa Montero


Há muito que não lia um livro tão atabalhoado. Na sua precipitação discursiva, inconsequente, parece ter sido escrito pela Vicky Pollard (da série cómica inglesa "Little Britain"). Mas não foi: escreveu-o Rosa Montero (Madrid, 1951), traduziu-o Helena Pitta, publicou-o Edições Asa; e tem por título "A louca da casa", pecaminosamente retirado de palavras de Santa Teresa de Jesus.
Desde a abordagem de nomes grandes da literatura (Rimbaud, Tolstoi, Verlaine...) num registo, tão leviano e pobre, que faria corar de vergonha as "Selecções do Reader's Digest", até à narração repetida, por 3 vezes, e em tom de farsa do affair com o actor americano M. (pg. 22, pg. 82 e pg. 149), mas de maneiras distintas, substantivas e absurdas, porém sempre no ano de 1974, passado numa alta torre de Madrid...o livro é, todo ele, um chorrilho inconsistente e pleno de vacuidade. Com um aparente ritmo vertiginoso, para disfarçar, imensas citações de nomes conhecidos,  assim se foram enchendo 171 páginas de palavras, sem sentido.
Originalmente editado, pela jornalista madrilena Rosa Montero, em 2003, foi traduzido em português, pela Asa, em 2004. E, ao que parece, terá sido um sucesso de vendas, porque já vai na 3ª edição (Abril de 2008), que foi a que li. Como se anda a ler mal, em Portugal!... Só posso concluir: livro a evitar, absolutamente, por um mínimo de sentido crítico e em nome da qualidade e sanidade literárias.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

terça-feira, 16 de novembro de 2010

terça-feira, 28 de setembro de 2010

quarta-feira, 23 de junho de 2010

domingo, 20 de junho de 2010

Comic Relief (1) - uma intermediação


Nota breve: os antigos dramaturgos ingleses, nas tragédias e para atenuar a tensão, costumavam intercalar um pequeno pormenor cómico (comic relief) para aliviar, mentalmente, o público das suas peças. Até William Shakespeare utilizou este estratagema no "Romeu e Julieta".