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quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Mercearias Finas 151


O Mateus é mais velho do que eu. Rosé, quero dizer. Porque a colheita inicial, criada pela família Guedes, da hoje Sogrape, aponta o ano de 1942 para o seu nascimento enológico.
Contaram-me, mas não garanto a absoluta veracidade da história, que a sua promoção e marketing se fez de forma artesanal, embora intensa, inteligente e pertinaz. Entre outras oferendas, mandavam todos os anos uma caixa de garrafas do vinho para a família real inglesa. E, ao que parece, Isabel II habituou-se...
O lançamento das magnum Mateus Rosé, pomposamente, aconteceu no ano de 1978, no Zoo de Londres. Por essa altura, já Jimmy Hendrix, da mesma colheita (1942) estava conquistado e convencido. Mas também já morto.
Os Guedes diriam como Leonard Cohen: "First we take Manhattan!". Porque o resto dos marcanos vieram a seguir, acarneiradamente, como é costume. E os EUA são hoje o maior mercado do Mateus Rosé, neste nosso mundo.
Quanto a mim, o último rosé que bebi era da Quinta de Lagoalva. E também não fiquei freguês...

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Não há 2 sem 3


Com a velha e soberana ironia inglesa, o último TLS (nº 5976) afirma que, hoje em dia, é mais difícil um escritor ganhar um Grammy, do que um letrista ser premiado com o Nobel da Literatura.
Em apoio desta conclusão fascinante, refere Patrick Modiano que escreveu cantigas para Françoise Hardy e Lucy Hope, e o cantautor Dylan que também escreveu para meio mundo e para si próprio. O último Nobel da Literatura, Kazuo Ishiguro quase conseguiu um Grammy com as 4 canções que compôs para o álbum de Stacey Kent (Breakfast on the Morning Tram), mas não chegou lá...
Mas não falhou o Nobel da Literatura, este ano.
Que Jacques Brel e Leonard Cohen lhes perdoem!

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Impromptu (29)


para ms e japs, reflexamente.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Do último Cohen

Raros são os artistas que, depois dos oitenta anos, conseguem produzir obra de alta qualidade. Estou a lembrar-me de Herberto Helder. E de Leonard Cohen...

E em jeito de bónus, aqui fica, traduzido, um pequeno excerto da última carta que LC enviou a Marianne, pouco antes dela morrer:
Chegou o tempo em que somos verdadeiramente velhos e os nossos corpos se partem aos bocados, e eu creio que te vou seguir em breve. Mas fica a saber que estou próximo de ti, que te estendo a minha mão e que tu podes tocar a minha.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Ferré

Indeciso entre o canadiano Cohen e o monegasco Ferré, para fechar a noite, optei pelo velho anarca falecido que, no passado dia 24 de Agosto, se fosse vivo, teria completado 100 anos. Não chegou lá, mas as suas canções ainda têm vida...

E que MR me desculpe ter-lhe roubado uma canção francesa, que poderia vir a constar da sua rubrica, no Prosimetron. 

sábado, 21 de maio de 2016

segunda-feira, 11 de abril de 2016

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

domingo, 2 de agosto de 2015

sexta-feira, 24 de julho de 2015

domingo, 5 de abril de 2015

L. Cohen


Será uma redundância, um lugar comum, uma evidência mas, e depois de G. F. Händel?...

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Sequência matinal


Clico na abertura do computador. Enquanto espero, acendo o primeiro cigarro do dia. Sintonizo o Arpose, verificando depois, no sitemeter, os visitantes nocturnos: 14 (6 estrangeiros e 8 nacionais).
Confirmo eventuais novos comentários a que deva responder. HMJ, que chega entretanto, informa-me que a "bola de fogo" já se vê, a Nascente. Passo aos Blogues que sigo, a ver se há novos postes: só há um, da Isabel.
Passo aos email. Youtube, de seguida, a ver se há novidades. Regresso ao Arpose, clico no vídeo de Leonard Cohen, para re-ouvir...

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

segunda-feira, 22 de setembro de 2014