terça-feira, 7 de abril de 2026
Matéria prima
sábado, 16 de agosto de 2025
Do que fui lendo por aí... 70
quarta-feira, 15 de janeiro de 2025
Do que fui lendo por aí...67
É um livro maciço (1.060 páginas, incluindo as notas finais) que terminei há pouco de ler, sem no entanto, ao longo do percurso, ter feito batota na leitura ou me ter desinteressado, porque Pierre Assouline (1953) fez um bom trabalho sobre a vida e obra de Georges Simenon (1903-1989).
terça-feira, 5 de novembro de 2024
Curiosidades 107
quinta-feira, 17 de outubro de 2024
Do que fui lendo por aí... 66
sábado, 7 de setembro de 2024
Do que fui lendo por aí... 65
sábado, 31 de agosto de 2024
Diálogo de final de Agosto
segunda-feira, 8 de abril de 2024
Do que fui lendo por aí... 63
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024
Esquecidos (16)
terça-feira, 16 de janeiro de 2024
O seu a seu tempo
quinta-feira, 7 de dezembro de 2023
Esquecidos (15)
quarta-feira, 8 de novembro de 2023
Do que fui lendo por aí... 61
domingo, 5 de novembro de 2023
Variações
terça-feira, 31 de outubro de 2023
Futuras / próximas leituras
quinta-feira, 26 de outubro de 2023
Leituras e realidade
O livro tem um lado acrítico, nacional-porrerista (à MEC), que o faz omitir, por exemplo, os horríveis e mastodônticos paquetes que acostam a Lisboa, todos os dias, despejando milhares de bimbos, ruidosos, de calções e alpergatas pelas ruas da capital, e a fotografar o que quer que seja. Bem como algumas parcialidades pouco isentas que dão à obra um tom laudatório excessivo. Mas vê-se que, por trás do texto, houve trabalho sério, sobretudo do ponto de vista histórico, da autora.
terça-feira, 10 de outubro de 2023
Do que fui lendo por aí... 60
quarta-feira, 30 de agosto de 2023
Do que fui lendo por aí... 59
sexta-feira, 4 de agosto de 2023
Apontamento 156: Presente e Passado
Há, de facto, coincidências felizes, no encontro do presente com o passado.
Não há melhor que o livro em
imagem acima, posto à venda e adquirido na semana passada, para assinalar a
importância do conhecimento do passado para interpretar, com propriedade, o
presente.
Como espectador meramente
exterior da presente jornada do mundo cristão apostólico, de que me afastei por
opção de consciência há várias décadas, reconheço-me em olhares críticos como este,
tirado do livro acima:
Raul Rêgo, Para um
Diálogo com o Sr. Cardeal Patriarca, Lisboa, Edição do Autor, 1968
Recomendo, então, a leitura do livro para saber mais sobre as consequências de uma voz crítica, nos idos de 1968, ou seja, há 55 anos. Tempo de História, embora insignificante, mas de factos iniludíveis.
Post de HMJ, dedicado a MR