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domingo, 15 de dezembro de 2024

Citações D



Fale-se em Francês, quando não conseguimos pensar em Inglês, a propósito de alguma coisa.

Lewis Carrol (1832-1898), in Through the Looking-Glass.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Livros infantis?


Não sem razão, V. S. Pritchett (1900-1997), nos seus The Complete Essays e, concretamente, no capítulo que dedica a Jonathan Swift (1667-1745), refere a páginas 115, sobre As Viagens de Gulliver: "...Não foi por acaso que Gulliver se tornou num livro para crianças; somente uma criança conseguiria ser tão destrutiva, tão irresponsável e tão cruel. ..."
E Alice?

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Uma fotografia, de vez em quando (61)


Entre Lewis Carroll (1832-1898) e o pintor polaco-francês Balthus (1908-2001) há, pelo menos, três coisas em comum: pseudónimos para autenticar as suas obras; e o gosto por meninas impúberes e por gatos, como motivos emblemáticos nos seus trabalhos.
Lewis Carroll, pseudónimo de Charles Lutwidge Dogson, foi um banal e conservador professor de Matemática do Colégio de Christ Church, em Oxford, e nunca casou. Entretanto, escreveu "Alice no País das Maravilhas" (1865) e fotografou, incansavelmente, Alice Liddel (1852-1934), em menina, que era uma das 3 filhas do reitor desse Colégio. Alice casou tarde, para a época, aos 28 anos, tendo tido uma existência apagada. Teve três filhos, dois dos quais morreram na I Grande Guerra.
As fotografias de Carrol, do período victoriano, não serão as melhores, mas são das mais célebres, por razões alheias, mas significativas.