Mostrar mensagens com a etiqueta Le Monde. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Le Monde. Mostrar todas as mensagens

sábado, 27 de junho de 2026

Humor Negro (33)

 


Desta vez, coube à França, mas a Béllgica e a Alemanha não ficaram de lado...

segunda-feira, 22 de junho de 2026

Rentabilidade




É sabido que, para produzir um litro de vinho há que usar 1,3 a 1,5 quilos de uvas, consoante a casta.
Ora, segundo o jornal francês Le Monde, o leite fia de mais fino e, para fabricar 600 gramas de manteiga, são necessários cerca de 10 litros de leite. A menos que  a autora do artigo (Zazie Tavitian) se tenha esquecido do almece, do requeijão ou do queijo fresco que, eventualmente, tenham ficado pelo caminho...

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Comic Relief (168)

 


A ocupação do espaço.

sábado, 28 de março de 2026

Os descendentes vão dando sinal



E Le Monde (6/3/2026) dá a notícia, fazendo a recensão. 

sexta-feira, 13 de março de 2026

Próxima leitura



Com alguma perplexidade, tenho de concluir que há duas figuras da história de França que exercem algum fascínio sobre mim: Charles de Gaulle (1890-1970) e François Mitterrand (1916-1996). Talvez até mais do que qualquer dos nossos presidentes da República Portuguesa.
Sabendo disso, um bom amigo meu, a quem agradeço, emprestou-me este Hors-Série (em imagem), a cuja leitura irei dar prioridade.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Mann em França

 

O jornal Le Monde dá notícia de um aparente interesse inusitado, em França, pela obra do escritor alemão Thomas Mann (1875-1955), prémio Nobel de Literatura, em 1929. Mas que provavelmente se deve à cessação dos direitos de autor. Duas traduções de Buddenbrooks e três de Der Tod in Venedig, uma das quais na "poche", estão aí, para testemunhar este entusiasmo editorial. Será que, em Portugal, assistiremos ao mesmo fenómeno? A grande qualidade do escritor, quanto a mim, justificá-lo-ia.

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Uma perspectiva



Um dos últimos Le Monde, em artigo que titula A gauche, l'héritage de Mitterrand s'efface, para celebrar os 30 anos sobre a morte do grande estadista francês, o deputado do PSF Arthur Delaporte situa de forma singular a memória do político, hoje. E passo a citar, traduzindo:

"É uma questão de geração. Posicionámo-nos menos na reivendicação desta herança do que os nossos predecessores. Resta à volta de François Mitterrand quer uma admiração pela personagem e pela sua trajectória, quer uma forma de desconfiança porque ele tem as suas asperezas, as suas partes de sombra. Ele é controverso para alguns à esquerda."

sábado, 27 de dezembro de 2025

Humor Negro (28)

 


Sem palavras.

domingo, 24 de agosto de 2025

Handke sobre Simenon

 

Em entrevista a Le Monde (25/7/2025), o escritor austríaco Peter Handke (1942), referindo Georges Simenon (1903-1989), diz: "O que eu recrimino a Simenon, quando ele me faz chorar, é que ele me obriga a sentir-me muito só. Os seus livros são demasiado curtos. Depois de os lermos, estamos tramados. Emociono-me enquanto os leio, mas o que provoca ele com essa minha emoção? Normalmente, deve-se fazer frutificar uma emoção, mas ele não o faz nos seus livros. Entretanto, desde que ele começa a contar uma história, eu tenho sempre confiança nele."
Palavras que eu tenho alguma dificuldade em interpretar, até porque não experimento este tipo de sentimentos exagerados ou deslocados numa leitura normal de livros do grande escritor belga.

quarta-feira, 30 de julho de 2025

Da leitura 62


Por aqui se hão-de ver algumas diferenças de dois celebrados realizadores do cinema italiano:

 


" A 9 de Maio de 1962 iniciam-se em Roma as filmagens de 8 e 1/2 de Federico Fellini (1929 -1993). Cinco dias mais tarde começam na Sicília as de O Leopardo, de Luchino Visconti (1906-1976). Ambos os filmes se acabam em Outubro desse ano. (...) Visconti programou tudo. Fellini deixa-se levar pelas circunstâncias. Tudo opõe Luchino Visconti e Federico Fellini. (...) No cenário de Fellini reina a confusão. Sem ruido este último perde a sua calma e a sua inspiração. Com Visconti, o silêncio é de rigor, e a sua equipa vive no temor de o pertubar."

Samuel Blumenfeld, in En 1962, l'apogée du cinema italien (Le Monde, 11 de Julho de 2025).

segunda-feira, 28 de julho de 2025

Uma fotografia, de vez em quando... 199

 

Criado em Dezembro de 1944, sob o patrocínio de Hubert Beuve-Méry (1902-1989), o jornal Le Monde, a exemplo de outros jornais, não tinha imagens, só texto, inicialmente. Demorou tempo e guerras interiores, até incluir fotografias, porque os jornalistas se queixavam que as ilustrações os obrigavam a diminuir os artigos. 



Assim, a primeira ilustração fotográfica surge apenas a 3 de Março de 1949, e a preto e branco. Sendo que a primeira fotografia a cores aparece no jornal apenas em 14 de Julho de 1998, para celebrar a vitória francesa na Taça do Mundo de Futebol - o que só prova o poder incomensurável deste desporto.

sexta-feira, 13 de junho de 2025

Comic Relief (164)

 

É passível de variadas interpretações, quanto a mim, este curioso cartoon de Selçuk (1954), inserido recentemente em Le Monde. Entre a artificialidade da profissão em causa (diplomacia) e seus agentes flexíveis, e as guerras que, por interpostos terceiros, grassam no mundo, por exemplo.
Que cada um faça a sua própria leitura.

quarta-feira, 7 de maio de 2025

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

Humor negro (22)

 


Ao que isto chegou!...
Ao que parece, corremos o sério risco de virmos a ser condicionados, do faroeste, por uma associação internacional de malfeitores.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

Curiosidades 109

 

Vim a saber pelo jornal Le Monde (27/12/2024) que, no Brasil, há ainda cerca de 800 "terres indigénes" de povos autóctones, que ocupam 14% do território do país, onde qualquer forma de exploração económica é proibida. Aí habitam 28 comunidades nativas "não contactadas" e cuja línguagem, cultura, organização social e crenças  permanecem um mistério.
Uma avaliação recente, e à distância, permitiu constatatar, positivamente, que a comunidade Massaco (nome oriundo do rio que lhe atravessa o território) com homens "de cabelos compridos, finos bigodes, corpos musculados, mas sem tatuagens ou adereços", na Amazónia, tem aumentado e é constituída, no presente, por cerca de 250 a 600 indígenas.

segunda-feira, 4 de novembro de 2024

Humor Negro (20)

 

Uma sucessão possível ou provável...

sexta-feira, 1 de novembro de 2024

Pessoana



Provavelmente, Nicolas Barral (1966) é um bom conhecedor de assuntos portugueses, pois já em 2021 tinha produzido uma BD, em França, com o título Sur un air de Fado. Desta vez, o jornal Le Monde informa que saiu L'Intranquille Monsieur Pessoa, o que não deixa de ser uma boa notícia, para os apreciadores.

quinta-feira, 25 de julho de 2024

Retro (119)

 

Por boas ou más obras, é certo que os ditadores asseguram o seu futuro na História.
Não se esgotou, pelos vistos, nas terras de estranja, o interesse pela figura de Salazar (1889-1970). O jornal Le Monde dá conta, no seu suplemento literário (5/7/2024), através de uma breve recensão crítica de Nicolas Weill, da saída de um grosso volume (528 páginas), Salazar, le Dictateur Énigmatique, de Yves Léonard (1961), historiador e especialista em assuntos portugueses.

quinta-feira, 30 de maio de 2024

Poucos os escolhidos



São raros os artistas portugueses a merecerem destaque ou recensão crítica nas páginas de  Le Monde des Livres. Estou a lembrar-me dos escritores contemporâneos Mário de Carvalho, Mia Couto, J. E.  Agualusa e pouco mais. Por isso é de dar notícia que o livro "L'Autre Rive de la mer" (A outra margem do mar, 2019), de António Lobo Antunes (1942), mereceu uma recensão positiva (em que até o Nobel é aflorado...) de Florence Noiville, no suplemento literário do jornal francês de 10/5/2024.

sexta-feira, 22 de março de 2024

Publicar, ou não

 

Será sempre uma questão interminável, essa que divide leitores e críticos conscientes: se se deve ou não publicar livros que um escritor deixou inacabados. Póstumos e não revistos pelo autor, a dúvida permanece, se se justifica ou não editá-los.
Eça, Sena estão aí para exercício e juízo de quem queira pronunciar-se.
O útimo caso foi a publicação recente de "Vêmo-nos em Agosto", romance póstumo e inacabado de Gabriel García Márquez (1927-2014) que os filhos do Nobel da Literatura de 1982 resolveram editar.
Descontando o habitual acriticismo mediático português, que sempre bate palmas a estas coisas, apoiado provavelmente pela editora lusa que publicou a obra, ao contrário o jornal alemão Die Zeit fez uma abordagem negativa do facto. Mas também Le Monde des Livres (15/3/2024) se pronuncia criticamente assim: "... le livre présente des défauts et incohérences, et la chute laisse le lecteur sur sa faim." Embora atenuando depois: "Mais l'extraordinaire puissance narrative est là, de même que la fulgurance de certaines images, drôles, piquants, ou l'art de mêler truculence et délicatesse."
Enfim, não há nada como ler esta obra de García Márquez, para se fazer um juízo pessoal ainda que subjectivo.