Não sendo eu grande apreciador de Goya (1749-1828), não posso deixar de reconhecer a importância marcante e decisiva da sua obra. Que justificou, na esteira de um Bosch, a sequência posterior de um Picasso, de um Soutine, de um Francis Bacon.
E, não sabendo explicar bem porquê, os "Caprichos" (de que se mostram 3, em imagem) parecem-me apropriados ao nosso tempo e aos dias de hoje. Num retrocesso ou num renascimento a que a Humanidade estará sempre sujeita. Ou condenada.