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terça-feira, 23 de março de 2021

Divagações 169


Não me tem sido fácil, nem excessivamente simpática esta leitura muito intermitente, que vou levando desde 2017 (ver: Arpose, 15/1/2017), da biografia de Bismarck (1815-1898), escrita por Emil Ludwig (1881-1948) e traduzida para a Payot (Paris) por A. Lecourt, em 1929. Vou a pouco menos de metade das suas cerca de 590 páginas, mas não consigo explicar nem o ritmo arrastado nem a morosidade no avanço do livro. Sou capaz é de entender por que não desisto de o ler. É que, de vez em quando, aparecem umas pérolas, umas ironias ou reflexões soberbas que me encantam pela concisão e, ao mesmo tempo, pela ampla sugestão que permitem. Como esta que me surgiu no início do capítulo VIII (pg. 251) e que passo a traduzir:

Por volta da idade de sessenta e cinco anos, Bismarck o Prussiano começou a tornar-se um Alemão.

domingo, 15 de janeiro de 2017

Do que fui lendo por aí... (5)


"...Pense-se em Espanha, Portugal, o Brasil, todas as repúblicas americanas, Bélgica, Holanda, Suiça, Grécia, Suécia... a própria Inglaterra; mesmo no que diz respeito ao território que os príncipes alemães de hoje conquistaram em parte à custa do imperador e do Império, ...de algum modo, nesses próprios estados, não se poderiam atribuir títulos de propriedade absolutamente legítimos, e na política do nosso próprio país, em si mesmo, não podemos esquecer que ele foi criado a partir de bases revolucionárias..." (pg. 148)

Bismarck, por Emil Ludwig (Payot, Paris, 1929).

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Citações CXXIV : Bismark


A política não é uma ciência exacta.

Otto Bismarck (1815-1898).