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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Última Hora

Cinco minutos depois de eu ter colocado o poste (anterior) em que falava de Osama Bin Laden, o Google, veio de Mountain View sugar totalmente a informação para a estudar, religiosamente. Não, não é mania da perseguição, é apenas zelo escrupuloso e CIAtico, para memória futura. Para que conste, aqui fica a anotação, no Arpose.

O comportamento asnático dos murganhos dos Mercados



Após a notícia da morte de Bin Laden, os mercados registaram altas significativas. Mas, pouco depois, e com receio de eventuais retaliações, houve, também, baixas significativas nessas mesmas oscilações de fundos, obrigações e acções que movimentam quantias inimagináveis e astronómicas, provindas de velhinhos americanos, off-shores, ditadores africanos e simples especuladores europeus. Geridos por esses meninos da Moody's, da Standard & Poor's e quejandos que, no dizer de Paul Krugman abusam da coca e do álcool, estão os países sujeitos a esta cáfila de crápulas que, se calhar não sabem se devem comparar Osama Bin Laden a Saddam Hussein, a Yasser Arafat ou a Che Guevara. Com certeza que não o devem comparar a D. Sebastião, até porque o homem saudita morreu a 60 metros de uma academia militar paquistanesa - e isto diz tudo... Resumindo, estamos a ser governados por uma rapaziada que faz os seus raciocínios com apoio de cocaína e de álcool. "Alá é grande!"