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terça-feira, 16 de junho de 2020

Os trabalhos e os dias 85: Fazer manteiga



Criada como fui com leite fresco da vaquinha, de uma quinta perto da nossa casa, continuamos a beber apenas leite fresco do dia. O resto dos pacotes UHT, com andanças e armazenagens sem fim, sujeitos a temperaturas várias, não os considero leite, porque o tratamento impróprio tira qualquer designação semelhante a esse tipo de simulacro.

Verdade seja que não tem sido fácil encontrar leite Vigor. Já temos andado “às voltas ao Marão” para comprar o “nosso” Vigor, de embalagem VERDE. O Vigor azul está entre o leite e a água. Do Vigor róseo nem falar, seria mais apropriado, talvez, que a chamassem aguadilha envergonhada.

O nosso consumo diário é alargado. Começa pelo café com leite Vigor ao pequeno-almoço. Tomo, igualmente, uma chávena de chá cheio de leite ao lanche e outra antes de me deitar. Faz de conta que eram as sopinhas de leite que a minha mãe me fazia ao jantar.

Ora, com este consumo, costumamos comprar entre 3 a 5 embalagens por semana. Foi o que fiz noutro dia. Ao abrir a primeira embalagem, vi que o leite estava todo talhado, mas não estragado. Fiz as provas com os restantes 4 pacotes e só se salvou um. O resto do leite estava todo talhado. Que fazer ? Deitar comida fora, e neste caso leite, não se encaixa bem no meu universo.

Lembrei-me de umas férias, na minha juventude, na casa de uma amiga que vivia na Baixa-Saxónia. O pai trabalhava numa leitaria e, de repente, vieram-me à cabeça os grandes alguidares, tipo amassadeiras, onde o leite, com belíssimo aspecto de natas, se movimentava para daí, passado umas horas, se recolher a manteiga.

Assim, o nosso leite talhado, embora com menos natas, passou por uma rede e, ao fim do dia, com a ajuda de uma batedeira, trabalhou-se a parte sólida ao ponto de ficar – quase – manteiga. Com um bocado de sal, aqui está.


 Bom apetite !


Post de HMJ

domingo, 5 de agosto de 2018

Os Trabalhos e os Dias 84: Final feliz



Para terminar a tarefa de encher a despensa de doces para o resto do ano e, sobretudo, para o Inverno, faltavam, pois, os pêssegos para fazer companhia aos morangos e às cerejas.

O tempo, e sobretudo o calor, não estava nos planos para o dia da cozedura. Mas, a fruta tinha sido encomendada, como de costume, uma semana antes, ao meu vendedor de referência, no Mercado do Monte de Caparica. O Telmo lá me arranjou o pêssego do Senhor Raimundo, de Donas, Fundão. Ainda ficaram um dia, ao calor, para amadurecer.

E hoje, apesar da canícula, lá teve que ser. Quase quatro quilos de pêssegos se reduziram a 14 frascos, entre pequenos e grandes, a doce de pêssego. Quem provou ao jantar, gostou e repetiu. Sinal de aprovação.

Post de HMJ

sábado, 21 de julho de 2018

Os Trabalhos e os Dias 13: Massa de Tomate



Ora, que fazer, se nos entra pela casa, gentil e graciosamente, uma abada de tomates, de qualidades e pesos diferentes, para além de pimentos e limões ?

A quantidade é superior às nossas forças para comermos tudo nos próximos tempos, sem estragar nada da riquíssima oferta. Um dos tomates tinha 425 gramas e para comprovar o tamanhão, aqui está a foto:


Era preciso alterar os planos e pensar na “logística” para conservar uma parte dos tomates para tempos invernosos. Assim foi. Cozer ca. de 2,5 quilos de tomate, com um pouco de pimentos, num refogado de cebola. Deixar cozinhar tudo, triturar com a varinha e, para reduzir a massa, aguardar, com paciência, para ver o resultado final.


Post de HMJ

sábado, 16 de junho de 2018

Os Trabalhos e os Dias (12): Cerejas de Resende



Este ano já tínhamos comido várias vezes cerejas. Umas melhores que outras, mas quase todas bem saborosas.

Ora, encontramo-nos na época do abastecimento anual de doces, para os meus pequenos-almoços e ofertas para os amigos. Com efeito, já aproveitei os morangos e uma abada de laranjas e clementinas para encher os frascos para o Inverno.

Para a matéria-prima apenas confio nas ofertas amigas e no meu fornecedor do Mercado do Monte. Costumo passar lá às sextas-feiras para encomendar os frutos: morangos, cerejas ou pêssegos, porque são a base preferida para os meus doces.

Hoje foi o dia para levantar a encomenda. De produtor identificado de cerejas de Resende, como se vê pela imagem.


Em vez de levar 3 quilos e meio como tinha encomendado, lá trouxe a caixa toda, reproduzida acima. Mais dois quilos do que previa, o que me obrigou a uma cozedura dupla por falta de tacho suficiente grande. Ainda me desloquei para arranjar mais frascos. Tudo porque tive, de manhã, ao ver as cerejas, “mais olhos que barriga”, avaliando mal os diversos “continentes” para tratar de tanto “conteúdo”.

No entanto, tudo se fez e o resultado se divide por ca. de 20 frascos de que se apresentam alguns exemplos.


Ao jantar já houve um momento de prova para avaliar a consistência e o docinho ficou aprovado.

Post de HMJ

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Os Trabalho e os Dias 10: Os cómodos e os precisos




Cedo aprendi que qualquer trabalho, prático ou mental, se executa, com mais gosto e eficiência, havendo as ferramentas adequadas à mão.

Nos trabalhos “mentais” não dispenso os chamados livros de consulta, dicionários, gramáticas e catálogos de livros, procurando, sempre, actualizar e completar o meu acervo.

Nas tarefas práticas, antes de as executar, vejo se tenho a ferramenta adequada para fazer o trabalho. Ainda noutro dia comprei mais uma “geringonça” para levantar um móvel e arrastá-lo. Foi “barata a feira” e ajudou imenso para pôr o lava-louça no sítio onde o queria colocar.

Assim, já há bastante tempo que ambicionava ter um fogão “como manda a lei”, funcionando a gás, mas com a indicação de temperatura para os trabalhos de forno. Com o fogão antigo, sobretudo na época natalícia, aborrecia-me, por vezes, quando as bolachas ou saíam muito branquinhas ou muito escuras.

Ora, houve quem atendesse o meu desejo, proporcionando-me os cómodos e precisos para a cozinha, oferecendo o fogão na imagem acima.

Hoje foi, então, o dia de experimentar o forno. “Sai uma pizza, para a mesa ...” e aqui está ela.

Bom proveito


Post de HMJ

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Os Trabalhos e os Dias 9: Educação e formação do bom gosto





Há temas que, mesmo “posta em sossego”, continuam a despertar o meu interesse, embora, no presente, seleccione com mais parcimónia livros dedicados ao título em epígrafe. Aliás, prefiro obras que se situam numa perspectiva histórica da educação, como os dois exemplares que se reproduzem acima.

Cobicei-os, em primeiro lugar, pelo apelo ao bom gosto presente na encadernação e impressão e de uma época artística que, na imprensa alemã, fez surgir livros belíssimos. De seguida, foi o conteúdo que me despertou interesse. Trata-se, pois, e como sugere o título, de um tratado sobre a “cultura moderna”, concebido como um “vademecum” para a formação humana e o aperfeiçoamento do bom gosto.

Ora, o que hoje seria impensável, os livros de 1907 dão indicações e transmitem preceitos tão amplos como a escolha e organização da casa, a higiene pessoal, a civilidade nas diversas relações sociais e profissionais para, num segundo volume, se centrar mais nos aspectos culturais e de formação de gosto, nas leituras, nas artes e na música. Por acaso, só reparei depois de me terem oferecido os livros, que a matéria dedicada à leitura e aos livros tem a assinatura de Hermann Hesse.

Digo que a existência de livros semelhantes é hoje impensável pelo facto de termos abandonado essa vertente, assumida, da “educação burguesa” que  entendia a transmissão de valores e de cânones culturais como orientação para a formação do bom gosto. Tal ausência de tratados abrangentes foi, no entanto, mal preenchida com publicações de má apresentação e paupérrimo conteúdo, contribuindo para secções cada vez mais amplos nas livrarias, com os chamados livros de “desenvolvimento pessoal e espiritual” !

Verifica-se, pois, que a formação humana, no sentido da sua autonomia, ficou reduzida à sua preparação para a “vida activa” do trabalho, aliás pouco exigente e, assim, liberta do peso – desnecessário – de cânones literários e quejandos.


O vazio que se foi instalando será, certamente, preenchido por outros valores. A ausência de noções mínimas de civilidade já contribuiu para uma degradação do espaço público e consequências desagradáveis para a convivência social.

Post de HMJ

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Os trabalhos e os dias (8): Culinária



Um novo livro de culinária, a aumentar e engrandecer a nossa colecção, é sempre um dia de festa. Coincide, no dia, com um leilão que se realiza e que põe à venda livros de culinária do acervo do Dr. Cancela de Abreu. Fica a notícia para quem queira espreitar o catálogo electrónico da Leiloeira Correio Velho. 



Coincidiu a felicidade com um amargo de boca – real e metaforicamente. O almoço tinha sido uma infelicidade. Comi um prato que insisti em experimentar: QUINOA. Diziam maravilhas do grãozinho, mezinha caríssima, sem sal nem sabor. Como diriam os escritores do século XIX, uma SENSABORIA.

Gosto de experimentar e costumo ouvir os conselhos de uma amiga, vegan, mas não fundamentalista. Aliás, é a pessoa com uma biblioteca de livros de culinária invejável. Já comi, na casa dela, pratos vegetarianos com gosto e sabor.

No entanto, o apelo para experimentar a quinoa foi recente, e veio através da publicidade nacional e certamente enganosa, levando-me a uma experiência única e não repetível.


Não são enganos de alma, mas enchentes de publicidade que quase nos levam a “vomitar”, tal como a invasão publicitária do Metro de Lisboa numa agressão frenética ao utente.

Post de HMJ

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Os Trabalhos e os Dias 7: Outras Histórias



Os objectos mais vulgares do nosso quotidiano escondem, frequentemente, uma História, com letra maiúscula, interessante e apaixonante. Tais Histórias enquadram-se, normalmente, em áreas afins – quiçá de ciências auxiliares – independentemente da sua utilidade para uma imensa minoria de investigadores.

A reprodução do livro em epígrafe, publicado em Julho de 2015, dá-me o mote para falar dessa imensa minoria que se dedica ao estudo e à História do Papel em Portugal. A autora, Maria José Ferreira dos Santos, fala-nos do “percurso milenar” do papel para se centrar, sobretudo, no aspecto mais apaixonante, a saber, da filigrana e da marca de água do papel.

Para os menos informados e versados na matéria, explica-se, então, que a palavra  filigrana, para além de outros significados, “corresponde à figura formada por finos fios metálicos, cosida ou bordada sobre a superfície da teia da forma” – moldura que segurava a “papa” de trapos – e que “ocasiona áreas de uma maior transparência, visíveis em contraluz. Ou seja, a filigrana dá origem a uma marca na folha de papel chamada marca de água.”


Ora, o livro em apreço apresenta, portanto, o resultado de um projecto de investigação, registando marcas de água em documentos – manuscritos ou impressos – provenientes dos acervos da ANTT, BNP e BPE – que integram a colecção da Tecnicelpa.

No espaço europeu existem, de facto, estudos muito interessantes sobre a História do Papel, para além de bancos de dados de marcas de água – acervo indispensável para investigações documentadas. Para Portugal dependíamos, para além de contribuições parcelares e avulsas, do trabalho pioneiro de Ataíde e Melo que reproduziu algumas marcas de água.

A actual publicação, acompanhada do respectivo cd-rom com imagens, vai no bom sentido de dotar o país de um banco de dados – da MARCAS DE ÁGUA – tão necessário como interessante.

Um agradecimento especial aos artífices na reprodução das marcas de água.


Para o A.de A.M., obviamente

Post de HMJ

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Os Trabalhos e os Dias (6): Velharias




Aqueles que usam, de forma pejorativa, a palavra velharias ignoram o gosto, o saber e a persistência que implicam o seu estudo, a sua conservação e colecção.



Por manifesta falta de tempo dedico-me apenas aos livros, mas gosto de porcelanas, embora menos da faiança. Como nada sei sobre a matéria, tenho lido com muito interesse os “posts” de Maria A. no seu blogue: Arte, livros e velharias. E aqui lhe deixo a terceira imagem de uma terrina que, segundo consta, sempre fez parte da casa de APS. É uma terrina sine notis, i.e., sem lugar, produtor ou ano de fabrico.



Talvez Maria A. se encante com a peça, velhinha e gasta.

Também sei que existe, entre os verdadeiros amantes de “velharias”, uma fraterna cumplicidade na partilha de descobertas.

Assim, retribuo os gratos ensinamentos de Maria A., mostrando-lhe a imagem de “meu” Germão Galharde. O livro, infelizmente incompleto, adquiri-o há uns meses a um bom preço. Ocupou os meus dias durante semanas, lendo e trabalhando, porque o restauro implicou a intervenção no papel e, depois de novamente cosido, a fixação do miolo na encadernação original após a limpeza do pergaminho. Como remate dos ensinamentos, entretanto alargados, aprendi a fazer uma caixa de guarda, pensando nos amantes vindouros de “velharias”.



Por fim, e para quem quiser ver ou ler o livro, com o incipit: Nom he pequena a obrigação de louuor, de Justiniano Lourenço, na íntegra, poderá consultá-lo através da Biblioteca Nacional Digital (BND), cuja cópia digital tem o registo: purl.pt. 16678.


Post de HMJ, dedicado a Maria A.

sábado, 1 de novembro de 2014

Os Trabalhos e os Dias (5)



Na sequência de um “post” de 26.9.2012, dedicado à feitura de uma saia para a minha boneca, resolvi, ontem, completar o trabalho. De facto, a blusinha precisava de ser substituída, estava amarelecida, como se vê pela imagem acima.

E como de velho se faz novo, a antiga blusa serviu para fazer o molde, base essencial para começar a tarefa. Nada melhor do que aproveitar um dia predisposto à costura, o que nem sempre acontece. É preciso paciência, dedicação e tempo para “coisas miúdas”, porque uma blusinha de bonecas dá tanto ou mais trabalho do que uma peça de roupa para gente crescida.
Aqui fica o resultado em forma de confronto, velho e novo.



Agora só falta lavar e engomar a blusa e, sobretudo, agradecer ao amigo A. de A.M., que forneceu o pano branco e os adereços para concretizar a inspiração.

Concluíram-se, já de noite, os trabalhos com a lembrança daqueles que me deram os ensinamentos para me poder dedicar a tarefas variadas ao sabor dos dias.

Post de HMJ

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Da janela do aposento 16: "Os Trabalhos e os Dias"




Julgo que cada leitor terá títulos de livros que fazem parte da sua memória. Ou porque gostou particularmente de um livro, ou simplesmente porque se encantou com um determinado conjunto de palavras que servem para associações diversas, como é o caso. Sempre gostei do título em epígrafe – em tradução portuguesa – de um livro de Hesíodo, sobretudo pelo facto de se debruçar, numa das partes, sobre os trabalhos agrícolas, dando conselhos sobre a agricultura.
Com efeito, acontece que, com alguma frequência, me lembro da obra de Hesíodo, nomeadamente quando me começo a dedicar a tarefas um pouco fora do comum, sem explicação aparente para determinada inclinação momentânea. Hoje, com o dia “de capacete”, resolvi dedicar-me a uma tarefa há muito adiada, i.e., a costura. Com os dias que correm, convém não perder a prática de ensinamentos do passado, apostando na independência e auto-suficiência. Por outro lado, um caso recente de pirataria de uma imagem do ARPOSE para capa de um disco publicitado no Youtube, fez-me lembrar de uma tarefa adiada.
De facto, a boneca retratada no “post” do ARPOSE de 18.9.2012 apresenta-se com uma vestido que, embora o tivesse comprado, nunca me convenceu do ponto de vista estético, achava-o rústico demais para os traços delgados do objecto. Manias! Na altura da compra do vestido, decidi-me pelo preço, já que os vestidos “de marca” da boneca custam entre 30,00 a 40,00 euros, decisão autoritária que muitos pais rejeitam relativamente aos filhos. Opções de vida e fonte de endividamentos!
Portanto, “os dias” cinzentos, a convidar a ficar em casa, levou a “trabalhos” de feitura, entre outros, de um vestido para a boneca, tomando como modelo uma saia comprada, há anos, na parte antiga da cidade de Coblença. Do modelo ao resultado final, levei várias horas:


De permeio, recorri aos ensinamentos antigos de costura, recebidos na escola e em casa que, em tempos adversos, dão jeito para além de levantarem a “auto-estima” (!) perante o resultado final. A boneca ficou, de acordo com o meu gosto, sóbria, de cores adequadas ao seu perfil. Gostei da experiência, porque nunca tinha feito um vestido de boneca. No passado ensinaram-me, e bem, a costura de “roupa de casa, branca”, saias e blusas para gente crescida, porque a “bonecada” é do domínio do supérfluo.


Cá está a boneca, de novo, com autoria (= copyright) na vestimenta e na imagem (!)

 Post de HMJ, lembrando A.W. e L.J.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Os Trabalhos e os Dias

Para Gaspar, Ministro das Finanças (MF)

Quando alguém não assume a sua responsabilidade, ou seja, não faz o seu trabalho, empurrando-o para outros, lembro-me sempre, e peço desculpa a Hesíodo, do título de um livro seu, em epígrafe.
Ora, embora o nosso MF tivesse andado lá fora, regressou com a velha receita de responsabilizar o cliente pela preguiça - mental ou física - do fisco, obrigando-nos a pedir factura (!) em cada acto de compra e guardá-la(s). Todas, durante o ano inteiro ?
Habituei-me, desde pequena, que as lojas passavam recibo para confirmar o pagamento, havendo, e sobretudo em compras maiores, razão para a emissão de factura, num momento anterior, para confirmar a encomenda.
Ora, sucede que nos entregaram, hoje, um recibo muito esclarecedor:

Então, a DGCI tem um programa para controlar as vendas, pelo menos de um pequeno lugar de frutas, e não consegue fazer o seu trabalho, i.e., fiscalizar a execução do seu próprio instrumento ? Por que razão ?
Afinal, Gaspar, o nosso MF, não aprendeu nada lá fora para inverter a perversão da epígrafe. Insiste na velha receita, criando uma medida ilógica para que o fisco continue a não fazer "os seus trabalhos nos dias" da semana.
Post de HMJ