Optar é, sempre, uma encruzilhada, muitas vezes, difícil. Mas também significativa sobre a nossa identidade mais íntima. Sobretudo, quando há alternativas.
Podemos escolher o caminho em que os outros nos revejam, talvez por simpatia, mas também para colhermos o seu apoio e aplauso previsível. Ou aquela via, porventura mais solitária, incerta e perigosa, mas que nos pode trazer à claridade de ficarmos a bem connosco.
Neste caso e antecipadamente, é vantajoso prescindirmos de aplausos.