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terça-feira, 31 de março de 2026

Armando Alves (1935-2026)

 

Destacado artista visual, integrando Os Quato Vintes (com Angelo de Sousa, José Rodrigues e Jorge Pinheiro), assim chamados pela nota obtida nas Belas Artes do Porto, Armando Alves faleceu hoje, deixando o seu nome ligado à notável qualidade estética da obra gráfica da Editorial Inova, e não só.
Aqui deixamos um seu desenho, a tinta da china, de nossa propriedade, e que nos foi oferecido pelo A. de A. Mattos, que também era grande apreciador dos seus trabalhos.



quinta-feira, 5 de março de 2026

António Lobo Antunes (1942-2026)

 

Não sendo um autor da minha eleição, não quero deixar de assinalar o desaparecimento de um dos poucos grandes criadores de ficção (e crónicas) deste nosso tempo, tão escasso em valores literários credíveis. 

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

domingo, 28 de dezembro de 2025

BB

 

Descoberta, duplamente, por Roger Vadim, Brigitte Bardot (1934-2025) era uma mulher que não se podia ignorar, por boas e más razões. Da defesa dos animais até à sua colagem à extrema-direita. A famosa actriz de cinema faleceu hoje com 91 anos.

terça-feira, 16 de setembro de 2025

Robert Redford

 


Há nomes de actores no genérico de filmes que são garantia prévia, para mim, da qualidade da película.
Robert Redford (1936-2025), falecido hoje, era um desses raros nomes.
Mas bastaria referir duas obras para reavivar e perpetuar a sua memória: The Sting (1973) e Out of Africa (1985).



quarta-feira, 23 de julho de 2025

Antologia 26

 

Se porventura eu tivesse de escolher apenas um filme dos que se seguiram à fase do neo-realismo cinematográfico italiano, não hesitaria em optar por Una Vita Difficile (1961), realizado exemplarmente por Dino Risi (1916-2008). Muito bem acompanhado pelos desempenhos de Alberto Sordi (1920-2003) e Lea Massari (1931-2025), artista discreta que trabalhou com os maiores realizadores italianos e franceses. E que eu acabo de saber que faleceu recentemente (23/6), em Roma.

sexta-feira, 11 de julho de 2025

Fernando Guimarães (1928-2025)

 

Decano dos grandes poetas portugueses, ainda vivo, e portuense, calou-se ontem para sempre a sua voz singular. Ensaísta arguto e crítico também de poesia, além de tradutor de qualidade, com extensa obra.



Por outro lado, pertencia por direito próprio àquele grupo raro de poetas portugueses pensantes que engloba Sá de Miranda, F. Manuel de Melo e Jorge de Sena, entre os mais destacados.
Citémo-lo, a propósito:

A morte está cansada e assim encontra
no teu corpo a nudez, lugar de outro repouso.

terça-feira, 17 de junho de 2025

Alfred Brendel (1931-2025)

 

Faleceu um dos meus pianistas preferidos para ouvir Liszt, Beethoven ou Schubert.

quarta-feira, 4 de junho de 2025

Uma fotografia, de vez em quando... 197



Há coisas e imagens que nunca esquecemos.

Eduardo Gageiro (1935-2025) deixou-nos hoje.

Mas herdamos o seu olhar infinito.

sexta-feira, 23 de maio de 2025

Sebastião Salgado (1944-2025)

 

Fechou-se para sempre um olhar singular sobre este nosso mundo.

domingo, 2 de março de 2025

Muzio Clementi (1752-1832) / Maria Tipo (1931-2025)


A grande pianista italiana Maria Tipo faleceu recentemente a 10 de Fevereiro de 2025, em Florença. Pela qualidade do seu profissionalismo musical apelidavam-na de "Horowitz napolitana", até porque Scarlatti era um dos seus compositores favoritos, e mais tocados.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2025

Memória 151


Marianne Faithfull (1946-2025).

domingo, 18 de agosto de 2024

Alain Delon (1935-2024)



Os papéis de Rocco e Tancredi em filmes realizados por Visconti, bastariam talvez para perpetuar a figura de Alain Delon, actor franco-suiço que, hoje, abandonou a vida, na sua realidade fatal.

segunda-feira, 1 de julho de 2024

Fausto Bordalo Dias (1948-2024)


Com as melhores memórias, imperecíveis, do venturoso ano de 1986.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2023

H. K.

 

Polémico no melhor e pior sentido, Henry Kissinger (1923-2023), a quem apelidavam de a "fénix da diplomacia", tem num recente Le Monde (1/12/2023) duas páginas consagradas à sua evocação. São relembradas algumas das suas diatribes, certeiras mas cruéis, em que, por vezes, através de um paradoxo ele definia uma situação ou opinião política: "Mais vale uma injustiça do que uma desordem."
Ou, da última vez que foi a Moscovo, ainda recentemente, ao ser-lhe perguntado por que fez a viagem, retorquiu com bom humor: "Eu faria tudo pelo caviar."

domingo, 26 de novembro de 2023

João Menéres (1934-2023)

 

É sempre triste dar notícia de uma desaparição. Sobretudo de um Amigo. Que conheci já tarde na vida, mas que me habituei a admirar pela simplicidade, grandeza de alma, modéstia e uma obra estética notável.

sexta-feira, 28 de julho de 2023

O que o tempo nos faz...


 

Quando em 1984 (?) li A Insustentável Leveza do Ser, de Milan Kundera (1929-2023), foi um deslumbramento. De tal modo que comprei e li os 3 ou 4 livros do escritor checo que sairam em seguida nas editoras portuguesas, traduzidos. Depois, passou-me...
E, a notícia do seu falecimento recente, nem sequer me impeliu a registar, no Arpose, o seu obituário. Faço-o agora, por uma questão de justiça à memória. Melancolicamente, vale a pena referir que ser muito actual não será talvez o melhor indício de longevidade para um artista.

sábado, 8 de julho de 2023

José Mattoso (1933-2023)



Há pessoas que ficam connosco, pois nos ensinaram alguma coisa. José Mattoso é um nome na memória.