terça-feira, 16 de abril de 2024
quinta-feira, 20 de julho de 2023
Da retórica
Como é que essa tropa fandanga que, até hoje, nunca conseguiu sinalizar ou identificar a origem de uma única fuga de informação (de justiça) no seu interior, será capaz de instruir em tempo útil, conveniente e profissionalmente, um processo judicial externo, de forma isenta e capaz?
quarta-feira, 19 de julho de 2023
Os mercenários da justiça à portuguesa
Congratulei-me e sorri ao saber que Rui Rio tinha feito esperar, 3 horas matinais (das 7 às 10), os descamisados mentais do MP, até lhes abrir a porta de casa, para a devassa matutina.
É evidente que a dignidade de um ex-presidente de um grande partido não se compadece com o caricato de aparecer em pijama na porta da rua, e perante visitas, ainda que foleiras.
domingo, 15 de janeiro de 2023
Divagações 184
O jornal Público de hoje titula na primeira página assim: Há juízes que usam o Supremo para se jubilarem com mais 250 euros por mês. E de imediato me lembrei do médico Ribeiro Sanches (1699-1783) que escreveu: Dificuldades que tem um Reino Velho para emendar-se. Porque isto, quanto a justiça à portuguesa, já vem de longe nos abusos à pala da independência dos poderes. Lembremos o Abade de Jazente (1719-1789), Paulino Cabral, que também pôs o dedo na ferida, com particular evidência poética. Ora, aqui vai o soneto do eclesiástico, em linguagem indisciplinada e castiça da época:
domingo, 4 de dezembro de 2022
Justiça...
O cartoon de Serguei (1956), surto no jornal Le Monde de 28/11/2022, bem poderia aplicar-se, com toda a propriedade também, à velocidade exemplar da justiça em Portugal ...
segunda-feira, 23 de maio de 2022
terça-feira, 14 de dezembro de 2021
terça-feira, 23 de novembro de 2021
(O) A anedota do dia
quarta-feira, 20 de outubro de 2021
Desabafo (66)
sábado, 10 de julho de 2021
Ideias fixas 63
sábado, 13 de fevereiro de 2021
Sob condições
A Justiça, há que dizê-lo, já foi mais cega, na sua rigorosa neutralidade. Em todo o lado, aliás, mesmo em França ou em Portugal, hoje em dia...
Citemos Roland Dumas (1922), Une étrange affaire (pg. 351), Coups et Blessures: L'institution judiciaire est une machine à broyer les êtres, coupables et innocents entassés dans la même charrette vers la guillotine médiatique.
Felizmente, ainda não chegamos ao Brasil, mas já faltou mais...
domingo, 1 de março de 2020
quinta-feira, 26 de dezembro de 2019
Dos Ilustríssimos
domingo, 6 de janeiro de 2019
Desabafo (41)
A fraca qualidade da investigação, o tempo gasto e a debilidade das provas não abonam o profissionalismo de quem as trabalha. Nem a produtividade. Por outro lado, a diversidade das sentenças nas diversas instâncias a que os processos sobem em recurso, que muitas vezes são contraditórias, criam, num leigo, a impressão da volubilidade caprichosa dos juízes ou, pelo menos, da ambiguidade das leis.
E até parece que ninguém pede contas a quem... Neste corporativismo fechado, desregulado e impune.