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sexta-feira, 24 de outubro de 2025

Apontamento 184

A notícia de dois assassinatos recentes, em Portugal, um tentado e outro consumado por um adolescente de 14 anos, sobre a mãe, autarca de Vagos, enquanto o primeiro perpretado sobre um octogenário, pela filha de 40, mas falhado numa pessoa de alta craveira social, permitem-nos concluir que os desnortes mentais estão a subir na escala populacional do país. Enquanto por aí fora também os desgovernos se acentuam na chefia de nações que outrora tinham sido bem geridas e com equilíbrio sensato.
Para não falar dos descendentes de vítimas que se transformaram em carrascos de outros povos, em menos de um século, fazendo jus ao dito bíblico do Velho Testamento que estipulava "olho por olho, dente por dente".
Realmente, parece que o mundo não tem conserto e, ter esperança em melhoras, só por ingenuidade mental.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2025

Ideias fixas 92

 
Quanto aos netanyahus deste mundo, não há nada como lembrar o velho e sábio ditado, a propósito de Gaza e dos palestinianos, que refere: "Não peças a quem pediu, nem sirvas a quem serviu."
Os carrascos não têm raça.

segunda-feira, 12 de março de 2018

Humor negro (8) e judeu


É muito singular, mas complexo, o tipo de humor dos judeus. Se nos lembrarmos de alguns filmes de Woody Allen, por exemplo, verificar-se-á aquilo de que estou a falar. Mas até mesmo George Steiner recorre muitas vezes, nos seus livros de ensaios, a um tipo de humor muito particular...
O penúltimo TLS dedica uma das suas temáticas a Jokes and Jewishness e o director do jornal literário, Stig Abell (também ele judeu, creio), no seu editorial, conta uma anedota curiosa, que eu vou tentar adaptar à lingua portuguesa. Assim: um judeu, sobrevivente do holocausto, morreu e vai para o céu. Ao encontrar-se com deus, para meter conversa, resolve contar-lhe uma anedota sobre o holocausto. Quando acaba, deus diz-lhe: não achei piada nenhuma! Ao que o judeu lhe responde: porque não esteve lá!...

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Diferença


Por mero acaso, acontece que, em Antuérpia e ao dobrar do ano, tivemos que esperar bastante tempo por um transporte público, numa paragem de rua que, pelos indícios, deveria ser, maioritariamente habitada por judeus ortodoxos (?). Passaram por nós, a pé ou de bicicleta, mais de 10 personagens com uma espécie de balandraus escuros e compridos, caracolitos pueris e laterais na cabeça, chapéus negros de aba larga.
Ensimesmado, dei-me a pensar que eles fazem gala em marcar e mostrar sua diferença, usando atavios, algo exóticos e medievos, para se distinguirem, como "povo eleito", de entre os comuns da terra.
Em tempos adversos para os judeus, eles foram obrigados - e não de livre vontade - a usar a estrela de David na roupa exterior, de forma a serem identificados facilmente pelos outros seres humanos. Entre o uso ostensivo de sinais de diferença, hoje, e o uso obrigatório imposto por outros, ontem, vai a grande diferença entre a submissão e a liberdade. Mas também uma similitude simbólica de exterioridades identificativas...

domingo, 8 de julho de 2012

Costumes atávicos


É uma dicotomia que, quando posta em confronto, é difícil de opção definitiva: a saúde mental, ou a saúde física. Eu próprio nunca me tinha apercebido de que, entre muitas outras coisas comuns, os judeus e os árabes praticam ambos a circuncisão. Operação que os ocidentais (homens, pelo menos, creio) encaram de forma oblíqua e incómoda.
Entretanto, o tribunal de Colónia (Alemanha) considerou que a circuncisão de uma criança devia ser considerada como "uma ferida corporal infligida, e passível de uma condenação" pela Justiça humana. Diga-se, em abono da liberdade democrática, que foi (apenas) uma interpretação meramente racional. Mas este simples acontecimento, ou facto, contribuiu para o impensável: unir, numa estreita aliança de repúdio, os árabes e os judeus, na cidade de Colónia. Oxalá continuem fraternos!
Concluiria, com ironia e a favor da Paz, que há males que vêm por bem...

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Uma dúvida metafísica


Alguém estimado, e já falecido, costumava falar da "pressa judia", para se referir ao andar apressado dos judeus, provavelmente, para poupar, no tempo. Realmente, em Antuérpia, já observei a justeza daquela observação, até porque, nesta cidade flamenga, eles são perfeitamente reconhecíveis (os ortodoxos e ultra-ortodoxos?) pelas vestes, pelos cabelinhos encaracolados em cacho e pela rusticidade tosca e triste das mulheres.
Mas averbemos 4 exemplos nacionais para base da minha dúvida principal: na Bélgica e nos Estados Unidos, os judeus assumem-se quer pelo seu vestuário singular, quer pela forma (que não parece muito diferir da islâmica) de depreciar ou menorizar a mulher e, sobretudo, pelos tais caracóizinhos no cabelo. Por outro lado, na Alemanha e em Portugal (onde a comunidade judaica não é tão pequena como isso), nunca vi caracóis judaicos. Passam despercebidos e não se nota a diferença. Ter-se-ão integrado, gradual e totalmente? Francamente, não sei responder. Até porque, os que eu conheço, não andam muito depressa.

Nota: politicamente correcto, este poste? Creio que não...