Mostrar mensagens com a etiqueta Jeremy Irons. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jeremy Irons. Mostrar todas as mensagens

domingo, 19 de agosto de 2018

Música e Poesia LXX

Fellini teve a sorte de encontrar, em Nino Rota, o contraponto capaz ao seu génio. Mas, raramente, isto acontece: esse equilíbrio de divina proporção. E, com isso, as imagens acabam por ser obliteradas na memória do filme, pela música. Assim acontece, por exemplo, n'A Missão - filme menor, quanto a mim - largamente ultrapassado pela música de Ennio Morricone, apesar dos bons desempenhos de Robert de Niro e Jeremy Irons. Quantos de nós, provectos, não saberão assobiar, ainda, a marcha de A ponte do rio Kway? Ou atinar com algumas músicas de Bernstein, concebidas, especial e inspiradamente, para West Side Story. Alguém se lembra do nome do realizador do filme? Eu, não.
Kubrick, que era inteligente mas demasiado cauteloso, foi-se aos clássicos, desacertadamente. Se atinou bem - quanto a mim -, em Zaratrusta, banalizou-se, clamorosamente, no Danúbio Azul, que acompanha o movimento da nave, pelo espaço. Os Strauss, como família musical, nem todos eram magníficos. Assim como os Bach. Os genes evoluem, uns para melhor, outros, para pior...

sábado, 22 de fevereiro de 2014

A colheita do dia


Ao dia foram chegando várias coisas, umas amáveis, outras, não. Dos blogues irmãos se retiram, ainda que distantes, mensagens sempre interessantes. De emails amigos o afecto, o humor, a informação de quem os mandou. Das leituras que fiz, eu destacaria algumas notas, no TLS, sobre a acédia que está afectando e afogando o povo germânico, apesar do seu bem-estar. Mas também a informação surpreendente de que, tirando os holandeses, são o povo que menos horas trabalha, semanalmente, na UE (e esta, hem!?). Para além da reforma aos 63 anos... Pelos vistos, não chega para se chegar à felicidade.
Já depois do jantar, estive a ver este vídeo (acima) que AVP, cordialmente, me enviou (agradeço!), e achei que o devia pôr no Blogue. Porque, apesar de não muito profundas, as palavras de Jeremy Irons são, no mínimo, justas e certeiras.