Mostrar mensagens com a etiqueta Jeanne Moreau. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jeanne Moreau. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Jeanne Moreau


De Losey, Eva, realizado por Truffaut, Jules et Jim, ou La Notte, em que foi dirigida por Antonioni, bastariam para a inscrever, indelevelmente, na história do cinema. Acrescem aqueles lábios estranhos, dissonantes, a lembrar a sofreguidão dos peixes. Ou de viver...
Jeanne Moreau (1928-2017) deixou de existir.
Com música de Pascal Comelade, lembrêmo-la, nalgumas cenas de La Notte, de Antonioni, em que contracena com Marcello Mastroiani.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Um excerto de diálogo


Em 2012 completam-se 50 anos sobre o lançamento do filme "Jules et Jim", de François Truffaut (1932-1984), cujo argumento se baseava no "ménage à trois" que os pais de Stéphane Hessel (1917) personificaram, na vida real.
O papel feminino foi interpretado por Jeanne Moreau (1928). Le Nouvel Observateur juntou os dois, para dialogarem sobre o filme e os tempos que passam. Eis um breve excerto, em tradução livre:
Jeanne Moreau: "...Agora eu poderia trepar para as barricadas mas infelizmente já ultrapassei a idade de o fazer . Tornei-me revolucionária demasiado tarde. Os escândalos políticos ou financeiros acumulam-se. Fala-se sem cessar em transparência, enquanto tudo é obscuro: abuso de poder, cupidez pelo dinheiro."
Stéphane Hessel: "Nós vivemos num mundo que merece todas as revoltas. Se se considera como uma revoltada, é porque tem razão."