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sábado, 1 de outubro de 2016

Má língua, em oblíqua oriental


Dizia-se, à boca pequena, nos tempos altos do comunismo vicejante, que os soviéticos costumavam usar os búlgaros, para fazerem os trabalhos mais sujos. Lembram-se da pista búlgara de Ali Agca, no atentado ao papa João Paulo II?
Pois agora, é a czarina Merkel e o grão-duque Juncker que seguem o velho exemplo da nomenclatura soviética. Não há nada que me comova mais do que o respeito por uma bonita e antiga tradição!... Mas parece que também houve um peão de brega, Mário David (português? judeu? búlgaro de segunda?), que ajudou à corrida. Ou será este o mercenário do trabalho mais sujo?

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Comic Relief (109)

Brincadeiras de crianças, no Dia mundial da Criança... São eles que não se levam a sério, ou nós que não achamos graça a esta informalidade excessiva?

com agradecimentos a AVP (e a RSL).

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Apontamentos 4: Responsabilidade e Incompetência





O presente “post” devia ter surgido ontem, porque se insere numa preocupação maior de cidadania do que o recente testemunho nacional do Tribunal Constitucional. Seria, porventura, útil que os Tribunais Europeus se pronunciassem, em tempo útil, sobre matérias tão relevantes como a defesa do cidadão comum, perante uma economia sem regras para o criador da riqueza, i.e., o trabalhador – manual ou intelectual – sustentada por um “mundo financeiro de casino” que, sem refreios pelos responsáveis pela UE, manipulam os dados, atormentam a vida dos cidadãos e demonstram, a cada dia que passa, a sua incompetência e/ou irresponsabilidade.
Sucede que circula, desde ontem, uma investigação empreendida por diversos jornalistas, denunciando os “esquemas” de esconder fortunas, em “offshores e quejandos”, tudo à margem e sem intervenção dos responsáveis nacionais e europeus tão empenhados em “arranjar um Plano B” para salvar os diversos países, mais ou menos próximos do abismo.
Perante tamanha evidência, parece caricato o testemunho do “nosso Zé Manel”, alertando os incumpridores para as suas responsabilidades, sem assumir as suas – no país e na Europa – como a solicitação do “papão” Schäuble, pedindo aos jornalistas a cedência dos dados apurados sobre os “fugitivos ao fisco” quando, durante a investigação, nunca acedeu a nenhuma colaboração. É o supino da ironia ou, mais propriamente, a estratégia alemã com eleições à vista !


O que me preocupa, no fundo, é o projecto de uma Europa de Humanidade, de Paz e de Progresso, contra esta vertigem de populismo, irresponsabilidade e incompetência. Os receios de Jean-Claude Juncker têm razões profundas e históricas, mas também responsabilidades. Tal como o Luxemburgo, e quejandos, não haverá países europeus que, com regimes especiais, contribuam com a sua “quota parte” para a desigualdade do cidadão comum, facilitando  o “aposento dourado” àqueles que vivem do esforço de outrem ?
Embora de formação em Humanidades, cedo aprendi que as ciências exactas, como a Matemática e, sobretudo, a Estatística, têm o seu “quê” de manipulação dos dados. Este jogo entre “média e mediana”, o deve e haver dos políticos, sem nenhuma entidade capaz de assumir, com responsabilidade e isenção, a sua cidadania é que mina o nosso quotidiano, se não tivermos “valores mais altos que se alevantem”.

Post de HMJ