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sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Pinacoteca Pessoal 218

 

William Nicholson (1872-1949), pintor inglês, distribuiu a sua actividade também por outras formas artísticas, tais como gravador, cenarista e até ilustrador de livros, sobretudo infantis. Em todas elas revelou um grande talento. Era sobretudo um bom pintor de naturezas mortas e um retratista.




A sua aprendizagem fez-se, indirectamente, com Joshua Reynolds, mas foi também encorajado por James Whistler. Tendo contribuído para a aprendizagem de Churchill, que o tinha em grande consideração. 



Chamo a atenção especial para a gravura que William Nicholson fez da rainha Victória e do seu cão.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Pinacoteca Pessoal 87


Do pintor norte-americano James A. M. Whistler (1834-1903), mais do que a biografia, importa-me, de momento, destacar duas marinhas de excepcional qualidade e beleza, que o artista intitulou Blue and Silver. Mais concretamente: "Nocturne: Blue and Silver" e "Harmony in Blue and Silver".
A primeira, de Chelsea, pertence à Tate Gallery e foi pintada em 1871. A segunda pertence ao acervo do Isabella Stewart Gardner Museum, e foi executada em 1865, em Trouville.
O auto-retrato foi pintado no ano de 1872.


domingo, 9 de janeiro de 2011

Em sintonia, ao avesso


Antes da neve

As grandes searas
sacudirão a crina,
a luz de setembro
tombará dos olmos,
a espuma do vinho
extinguir-se-á
como lume breve -

só então a neve...


Eugénio de Andrade, Ostinato Rigore.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Trocando de Rosas : Marceline Desbordes-Valmore


As Rosas de Saadi


Por esta manhã bem quis trazer-te rosas;
Mas recolhi tantas no avental fechado
Que os laços apertados não puderam contê-las.

Os nós desataram-se. As rosas levadas
Pelo vento, até ao mar todas voaram.
Seguiram pelas águas p'ra não mais voltar;

A onda ficou rubra e toda ela abrasada.
Ainda agora, o vestido rescende perfumado...
Aspira em mim o seu odor lembrado.

Marceline Desbordes-Valmore (1768-1859), Poésies inédites, in "1oo Poèmes incontournables".


Nota: conheci esta autora, por intermédio de Luís Barata ( a quem, de algum modo, esta tradução é dedicada) e do livro oferecido, que foi antologiado por Patrick Poivre d'Arvor. O poema encontra-se na pg. 60 e a autora, francesa, é reconhecida pelo tom nostálgico dos seus temas líricos.