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terça-feira, 4 de junho de 2019

Um CD por mês (2)


A minha memória regista, não sei se erradamente, que ouvi alguns dos primeiros acordes do Concerto para Violoncelo (Op. 85), de Edward Elgar (1857-1934), ao visionar, na televisão, uma série britânica (First among Equals), da Granada Television, em finais dos anos 80. Imagino que a intérprete seria Jacqueline du Pré (1945-1987). Ou teria sido Beatrice Harrison (1892-1965)? Não posso precisar qual das violoncelistas seria.



Mas gostei tanto do pouco que ouvi, que não descansei enquanto não adquiri uma gravação desse concerto de Elgar. Recaiu a opção numa remasterização da EMI de 1989, feita sobre uma gravação registada no início dos anos 30 e dirigida pelo próprio autor-maestro - Edward Elgar.
O CD incluía também uma magnífica interpretação de Yehudi Menuhin (1916-1999), jovem violinista prodígio, então com apenas 16 anos, do Concerto para Violino (Op. 61).
Os dois concertos, ambos dirigidos por Elgar, foram gravados, em Londres (Abbey Road) entre 14 e 15 de Julho de 1932.
(Para quem não conheça o Concerto para Violoncelo, sugiro que ouça, no Youtube[c.32 minutos], a interpretação de Jacqueline du Pré, dirigida por Barenboim, seu marido . É, para mim, a melhor versão que conheço.)

terça-feira, 16 de abril de 2019

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Elgar / Barenboim / Du Pré

É a terceira vez que o Arpose acolhe o magnífico Concerto para Violoncelo do inglês Edward Elgar (1857-1934), composto em 1919. Só que, desta vez, em versão integral, dirigido por Daniel Barenboim (1942), com uma interpretação primorosa de Jacqueline du Pré (1945-1987).
Com uma duração de pouco mais de meia hora, é para se ir ouvindo...

P.S.: é possível que o Arpose entre de férias por alguns dias. Postar sempre, também cansa.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Inesperado


Nunca tinha ouvido Jacqueline du Pré tocar piano. E este é um pretexto raro, acrescido do ambiente informal e agradável a que Daniel Barenboim acrescenta cumplicidade e alegria, nesta bonita sonatina de Friedrich Kuhlau (1786-1832).

quarta-feira, 22 de maio de 2013

sábado, 8 de setembro de 2012

Pedigree


É um pormenor talvez insólito, à primeira vista, mas que, para mim, faz todo o sentido. E, assegurando a linhagem, garante a qualidade da Arte. Falo de Música e do facto de quase todas as biografias (ou C. V.) de instrumentistas célebres incluirem o nome de quem os ensinou, ou de quem foram alunos. A excelência do ensino para a continuidade e qualidade da arte. Vianna da Motta honrava-se e referia, com orgulho, ter sido um dos últimos alunos de Franz Liszt. Bem como Claudio Arrau, indirectamente, também o foi, pela intermediação de Martin Krause, que aprendeu de Liszt. Ou Alfred Cortot que acaba por entroncar em Chopin, através de Émile Descombes. Ou Solomon que recebeu de Clara Schumann, através de Mathilde Verne. E ainda (dos poucos que eu sei):
- Alfred Brendel que aperfeiçoou com Edwin Fisher;
- Jacqueline du Pré, que aprendeu com Tortelier e Pablo Casals;
- Nigel Kennedy, que teve lições com Yehudi Menuhin.
Este é o único caso de linhagens que aceito e respeito, porque garantem a qualidade humana na transmissão da Arte. Sangue que não é azul, nem líquido, mas imaterial e muito mais profundo, na sua autenticidade.

domingo, 15 de julho de 2012

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Brahms/ Barenboim/ Du Pré

Johannes Brahms nasceu a 7 de Maio de 1833.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Osmose (29)


Vamos que preferissem, como eu, para a alegria, os metais. Ou, na melancolia, se socorressem do violoncelo. Recomendar-lhes-ia Elgar e Jacqueline, mas como não me pediram opinião, fiquei calado e quieto, no sofá. Percebi, no entanto, que estava a assistir a uma despedida, entre os dois. Ele, crispado, ela, com pressa.
E, a última música que ouviram juntos, foram as transcrições de Liszt sobre a "Norma", de Bellini. O piano, na verdade, serve todas as estações. A vida e a morte, a alegria, a raiva, o desespero e a melancolia. Da Primavera ao Inverno. Seja em plenitude, seja no declínio. Pode cumprir a sua obrigação, até num adeus definitivo.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Favoritos XVIII : Jacqueline du Pré

Esta escolha não exclui nem Edward Elgar (1857-1934) que compôs este Concerto para Violoncelo já na velhice, nem Daniel Barenboim (1942), antes se completa com eles. Mas a minha preferência vai, sem dúvida, para a interpretação de Jacqueline du Pré (1945-1987).
Obsv.: a única coisa de que não gosto, neste vídeo, é o corte de cabelo de Barenboim...